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Google e Fiat fazem parceria para oferecer Street View no Brasil

quarta-feira, 1 de julho de 2009

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O Google firmou uma parceria com a Fiat do Brasil para oferecer o serviço de mapas conhecido como Street View no país.

A princípio, o serviço estará disponível apenas para a cidade de São Paulo. O anúncio oficial será realizado nesta quinta-feira (02/07) pelos presidentes das companhias.

O Google Street View é uma ferramenta do Google Maps que mostra imagens das ruas de diversas cidades do mundo em 360 graus. O usuário consegue simular um passeio virtual por Nova York, Roma, Tóquio, Sidney e Londres, por exemplo, conferindo fotografias panorâmicas da cidade. Para o serviço, o Google utiliza carros e vans com câmeras que fotografam as ruas dessas cidades.

De acordo com uma fonte próxima do assunto ouvida pela agência Reuters, a Fiat será patrocinadora do serviço do Google. Estima-se que a produção das fotografias panorâmicas do serviço em São Paulo será feita em um modelo Stilo, da montadora italiana, segundo informou a fonte.

O serviço Street View tem sido uma ferramenta poderosa para promover cidades, mas acabou levantando questões sobre privacidade das pessoas em alguns países. No Japão, o serviço foi criticado por fornecer imagens de bases militares ou até mesmo mostrar uma mulher que estava vomitando na rua em frente a um bar. Na Inglaterra, uma mulher pediu divórcio depois que o carro do marido foi fotografado em frente à casa de outra mulher.

A entrada em operação do Street View em São Paulo ocorre depois que o Google ajustou a resolução das imagens da capital paulista disponíveis em seu serviço de mapas Google Maps.

Extraído do epocanegocios.globo.com

Publicidade online brasileira cresce 25,6% nos 4 primeiros meses de 2009

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O faturamento publicitário da internet nos quatro primeiros meses de 2009 cresceu 25,6% em comparação com o mesmo período do ano passado, informou o Projeto Inter-Meios na segunda-feira (29/6).

PublicidadeA participação média do meio online na publicidade brasileira chegou, entre janeiro e abril de 2009, a 4% do total, com faturamento de 238,9 milhões de reais. No mesmo período de 2008, a soma foi de 190,2 milhões de reais. A maior participação da web no bolo publicitário do País foi registrada em janeiro (4,4%). Em fevereiro a participação foi de  3,94%, em março de 3,56% e em abril de 4,21%, segundo os dados do Inter-Meios.

A publicidade brasileira como um todo registrou faturamento 2,6% maior na relação entre os mesmos períodos acima. Em 2009, a soma foi de 5,98 bilhões de reais, enquanto em 2008 o total chegou a 5,82 bilhões de reais.

A internet foi a mídia que teve melhor desempenho no período e, em seguida, destacam-se cinema, que cresceu 12,1%; mídia exterior, com crescimento de 11,4%; e TV por assinatura, com faturamento 10,8% maior.

Outras mídias registraram bom desempenho neste quadrimestre. A TV aberta, que concentra 60% das verbas publicitárias, cresceu 6% na comparação com 2008 e, o rádio, 3,4%. Os jornais sofreram 9,2% de queda no faturamento, enquanto as revistas perderam 5,4% e a queda de guias e listas foi de 19,5%.

Segundo o Internet Advertising Bureau (IAB) Brasil, a publicidade online brasileira deve faturar 1 bilhão de reais este ano.

Extraído do idgnow.uol.com.br

E-commerce continua em alta

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Define-se por comércio eletrônico todo tipo de transação comercial feita, como o próprio nome diz, por meio de um equipamento eletrônico. O maior exemplo são as compras feitas pela Internet, para as quais se faz necessário o uso de um computador.

Esta modalidade de negócios que está em franca expansão no mercado brasileiro, uma vez que as grandes redes varejistas que possuem lojas físicas estão dedicando maior atenção para o comércio eletrônico. Um fator que impulsionou esta mudança “cultural” no mundo dos negócios foi a popularização da Internet, proporcionada pela queda nos preços dos computadores (desktops e notebooks) e pelo acesso cada vez maior à conexão de banda larga.

A maior prova deste crescimento é que, de acordo com pesquisas divulgadas no site www.ecommerce.org.br, o comércio virtual brasileiro representava faturamento de R$ 540 milhões em 2001 e passou a representar mais de R$ 8 bilhões em 2008. Nestes sete anos, o aumento foi de exorbitantes 1.518%. Fazendo uma comparação de períodos mais recentes,  o faturamento registrado em 2008 representou um crescimento de 28% sobre os R$ 6,40 bilhões registrados em 2007.

Atualmente, 95% das marcas, sejam elas nacionais ou regionais, já possuem sistemas de vendas pela Internet. Uma grande rede varejista, por exemplo, possui como segunda maior fonte de renda o portal de vendas na Internet, que perde apenas para as vendas da loja presente em um shopping center de São Paulo.

Este “boom” do comércio virtual foi impulsionado em novembro de 2006, a partir da criação da marca B2W Companhia Global do Varejo, um “gigante” do comércio eletrônico originado a partir da fusão das marcas Americanas.com, Submarino.com e Shoptime.com.

É uma tendência natural que os lojistas passem a investir no e-commerce, por três motivos essenciais: oferece maior praticidade e comodidade ao cliente; não apresenta custo de estoque; e diminui o risco de inadimplência, uma vez que as transações são efetuadas por meio do cartão de crédito e passam por um processo de avaliação junto às instituições financeiras, para que o lojista tenha garantia de receber o valor equivalente à transação.

Outro importante benefício gerado pelo comércio eletrônico é o aumento da confiabilidade dos fabricantes que expõem suas marcas, pois os sites tornam-se excelentes fontes de consultas para os consumidores. Os portais de vendas não orientam apenas sobre preços, mas apresentam alto nível de informações de todos os tipos de produtos, sejam eles do setor de informática, áudio e vídeo, eletrodomésticos, perfumaria etc.

Trecho do texto de Wagner Fontenele na pcmag.uol.com.br

Buscas mais eficientes com o Google

quarta-feira, 24 de junho de 2009

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Além de buscas comuns, o Google permite que você encontre várias informações interessantes que já vem em vários formatos personalizados como o tempo, negócios locais e até conversão de medidas. Mas como saber como buscar essas informações?

O Google explica como fazê-lo na página Explore Google Search (em inglês).

Extraído do profissionaisdeweb.com

Usabilidade no e-commerce

terça-feira, 23 de junho de 2009

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A Ikeda promove no dia 1º de julho próximo, a partir das 15h, o webseminário “A usabilidade como estratégia para aumentar as vendas online”. A participação é gratuita, mediante cadastro prévio pelo site do evento.

Mercedes Sanchez, especialista em usabilidade, é quem ministra o seminário online. O evento aborda os principais problemas de usabilidade das páginas de produtos e que se tornam obstáculos para que o cliente não concretize a compra.

Pouco destaque para informações relevantes sobre o produto, falta de preocupação em “conquistar” o cliente antes da compra, imagens que não ajudam a vender, letras difíceis de ler e dificuldades de navegação são alguns exemplos de erros encontrados nas páginas de produtos de diferentes sites de comércio eletrônico.

Durante a palestra, Mercedes mostrará exemplos reais positivos e negativos de sites conhecidos e vai apresentar 10 ações básicas para fazer os sites venderem mais.

“Embora o comércio eletrônico no Brasil apresente números positivos de crescimento, é preciso considerar que o volume de vendas poderia ser ainda maior se as lojas virtuais fossem mais fáceis de navegar e mais atraentes para os consumidores”, avalia Alessandro Gil, diretor de marketing da Ikeda e-commerce.

Fernando Souza Filho na pcmag.uol.com.br

Comércio eletrônico cresce e fatura 20% a mais

segunda-feira, 22 de junho de 2009

E-commerce

As pessoas que compraram presentes para o Dia das Mães e até para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras. É o que mostra o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). O levantamento mostra que 86,45% dos usuários destes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas transações. Este foi o recorde do ano.

Segundo o coordenador do MIS, Djalma Andrade, o indicador demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão a cada dia melhor preparados para suportar com eficiência os grandes picos de volumes de transações. “Maio é o segundo período mais importante do varejo. Tivemos um volume maior de compras neste mês do que em qualquer outro do ano, devido à sazonalidade e também ao próprio crescimento vegetativo do negócio. Com um aumento destes seria natural o registro de alguns problemas em itens especificamente relacionados principalmente à logística, mas felizmente não foi isto o que aconteceu”, disse.

O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que para chegar a este resultado a empresa colheu 109.128 questionários no mês de maio. Por meio deles as pessoas são convidadas a opinar sobre os dez seguintes quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

A e-bit anunciou recentemente que o período do Dia das Mães deste ano registrou um faturamento de R$ 440 milhões no e-commerce. Já no Dia dos Namorados, embora os dados ainda não tenham sido consolidados, a expectativa era de que o setor movimentasse R$ 390 milhões. Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado.

Extraído do adnews.com.br

Google: inserção na web é essencial para pequenas

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A internet revolucionou a comunicação e isso inclui a forma de se fazer comércio e propaganda. E a inserção das micro e pequenas empresas nesse mundo é fundamental para o crescimento desses negócios. A avaliação é do gerente de suporte para pequenas empresas do Google, Luciano Santos, em palestra para analistas de mercado do Sebrae, em Brasília, nesta quarta-feira (17).

Santos dimensionou a importância da internet: hoje, disse, 1,4 bilhão de pessoas estão online no mundo; a América Latina tem 141 milhões de internautas e no Brasil eles são 64 milhões, com a banda larga em rápido crescimento. Esse ambiente é reforçado pelo surgimento das chamadas comunidades, ampliando o potencial desse meio de comunicação.

“Hoje, a internet não é só venda, compra ou possibilidade de fazer propaganda. É, também, a possibilidade de se perguntar e dar opiniões para tomar decisões”, exemplificou o gerente do Google.

Ele também afirmou que o comércio eletrônico já é uma realidade no país - o e-comerce é um negócio bilionário estimado, este ano, em R$ 9,2 bilhões. Os anunciantes já perceberam esse potencial. Em 2008, de acordo com ele, o investimento em publicidade online foi de R$ 759 milhões.

A realidade da propaganda nos meios tradicionais, como rádios, jornais, revistas e televisão também mudou, especialmente com o aumento da quantidade e diversidade de veículos. Isso, segundo Santos, dificulta um alcance extensivo do público-alvo, principalmente para os pequenos empreendimentos com poucos recursos disponíveis para investir nessa pulverização e tendo que optar por um ou outro veículo.

Na sua avaliação, é impossível para uma empresa ‘atingir um grande público utilizando os meios tradicionais se não for uma multinacional’. A alternativa, acredita, está na internet, acessada diariamente por milhões de pessoas. Os internautas encontram o que procuram de maneira mais rápida.

Entre as vantagens da internet, Santos relaciona segmentação, ‘permitindo a escolha do público que acessará à propaganda ou ao produto oferecido’; flexibilidade, ‘não havendo necessidade, por exemplo, de esperar a impressão ou publicação de determinado material publicitário’; e a possibilidade de mensurar a efetividade da iniciativa.

Santos admite, porém, que muitas pequenas empresas enfrentam o problema da exclusão digital, não só pela falta de acesso à internet, mas também pela dificuldade em utilizar as ferramentas da web. ‘Isso tira a possibilidade de a empresa concorrer de maneira justa com outras; quem consegue utilizar o sistema está na frente’.

Extraído do empresas.globo.com

Linha do tempo no Google

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Google Squared

O Google lançou o Google Square que nada mais é que um quadro linha do tempo. Ali ficam armazenados, em ordem cronológica, os principais fatos do mundo. Você consulta por assunto. Uma boa ferramenta para pesquisas e estudos, contudo, parece que não é muito simples de ser usada, mas nada que a prática não resolva.

Confira o Google Squared.

Extraído do plugger.com.br/blog

Diretor do Google América Latina conversa com AdnewsTV

terça-feira, 16 de junho de 2009

Alexandre Hohagen, diretor geral do Google para América Latina, fala sobre as estratégias, publicidade e novos rumos da empresa.

Extraído do adnews.com.br

Pesquisa revela porque as páginas de produtos perdem vendas

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Muitos resultados positivos têm sido divulgados recentemente sobre o comércio eletrônico, como: O Comércio Eletrônico brasileiro foi aprovado por 86,3% das pessoas que compraram algum item pela Internet no mês de abril, de acordo com pesquisa da e-bit e do Movimento Internet Segura; e ainda: o comércio eletrônico nacional faturou R$ 2,3 bilhões no 1° trimestre de 2009, um crescimento nominal de 25% em comparação ao mesmo período de 2008, conforme levantamento da e-bit.

De acordo com a especialista em usabilidade, Mercedes Sanchez, quem compra está satisfeito, mas e quem não compra? E quem tinha intenção de comprar e não comprou porque o site não atendeu às expectativas, não foi fácil de usar? E quem ficou satisfeito com um site, depois de ter passado por vários outros nos quais ele não conseguiu encontrar o que precisava ou fazer a compra? Será que se todos que entrassem no site efetuassem a compra, esses resultados não seriam ainda maiores?

“É exatamente isso que o nosso estudo mostra: que muitos sites não estão direcionando seus usuários para a compra e que estão perdendo vendas e clientes. Levantamos os problemas de usabilidade que são obstáculos para o usuário no momento em que está escolhendo o produto, ou seja, muitos usuários não finalizarão uma compra online porque a página de produto não oferece a informação necessária e desejada, de forma simples, na linguagem que eles entendem e não os direcionam adequadamente para a compra. O comércio eletrônico poderia crescer muito mais se os sites fossem mais fáceis de usar”, completa Mercedes.

De acordo com a responsável pela pesquisa, Mercedes Sanchez, “escolhermos a página de produto porque ela é tão importante quanto a home, pois hoje muitos usuários chegam às lojas virtuais por meio de buscadores e caem direto nessa página”.

A pesquisa levantou os principais problemas presentes nas páginas de produto:

Informação relevante para o usuário não tem destaque - em primeiro plano, muitas vezes vem o que a empresa quer “empurrar” para o cliente: vendas casadas, venda de acessórios, de garantia estendida, etc. A descrição do produto, que é o mais importante para o usuário decidir a compra, fica em segundo plano.

Falta conquista - muitos sites focam apenas na ação final de comprar. Desconsideram que a compra é um processo, não conhecem ou desrespeitam a vontade do usuário, não sabem conquistar o cliente e perdem vendas.

Imagens que não ajudam a vender - a maior parte dos sites disponibiliza poucas imagens, muitas vezes pequenas e de baixa qualidade, que não mostram detalhes dos produtos. Como ninguém quer comprar um produto sem ver antes, o usuário vai procurar imagens melhores no site concorrente.

Letra difícil de ler - muitos sites ainda usam letra muito pequena, com pouco contraste (”cinzinha”), o que dificulta a leitura de informações essenciais para decidir a compra: características do produto, prazo de entrega, garantia, etc.;

Navegação não privilegia a compra - quando o usuário fica em dúvida e quer ver produtos similares, tem dificuldades. Filtros por marca, faixa de preço e características não existem, e os menus secundários desaparecem na página de produto.

Descaso na descrição do produto - a informação aparece incompleta, incorreta, com erros de ortografi­a e de digitação. Há uso excessivo de termos técnicos sem explicação e textos marketeiros em detrimento de textos informativos.

Cadê o botão de “Comprar?” - por incrível que pareça, em muitos sites não é fácil achar ou identificar o botão “Comprar”. Ele não tem destaque, fica abaixo da rolagem, e possui formato, ícone ou texto fora dos padrões da web.

Foram avaliadas as páginas de produto dos sites: Casas Bahia, Compra Fácil, Extra, Fnac, Gimba, Kalunga, Netshoes, Saraiva, Submarino, Polishop, Sack´s, Wal-Mart e lojas da Claro, TIM e Vivo.

Pollyana Melo na administradores.com.br

Vale a pena ver de novo: Prometeus - The Media Revolution

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Este é um vídeo que já foi postado há algum tempo no youtube, produzido pela empresa italiana CasaLeggio Associati.

O vídeo retrata uma visão do futuro da Mídia e da Convergência que a internet está trazendo.

Muito interessante, vale a pena assistir.

Crie seu portfólio online gratuitamente

terça-feira, 9 de junho de 2009

O Zuinn é um site 100% brasileiro que te possibilita criar seu portfólio sem ter que gastar uma baita grana. O sistema é muito simples e você pode criar gratuitamente a sua apresentação online baseando-se nas fotos do seu Flickr. Outra dica que vale a pena é o Stupeflix, que monta seu portfólio a partir de fotos, áudio, texto ou mesmo outros vídeos da internet.

Para facilitar mais ainda, confira na matéria o passo-a-passo dos dois sites.

Extraído do olhardigital.uol.com.br

Marcas constroem relacionamento digital

terça-feira, 9 de junho de 2009

A chegada das ferramentas de comunicação on-line trouxe com elas uma série de termos e palavras técnicas, mas muitos resultados práticos. Hoje, o Brasil conta com 60 milhões de usuários e uma penetração equivalente a menos da metade da população.

A média de crescimento mostra que no Brasil o acesso fora de casa é maior e a penetração já atinge as classes menos favorecidas. Tanto no trabalho quanto em Lan Houses, a taxa de crescimento em dois anos na classe E é de 500%, segundo Julien Turri, CEO da Hi-Mídia. “Na internet o usuário vai até a marca através de URL, busca, recomendação, e-mail, publicidade e impressão off-line”, diz Turri.

De acordo com o CEO da Hi-Mídia, mesmo com a marca na internet, é possível que a empresa fique invisível no ambiente on-line. “Se um usuário procurar uma empresa na internet e não achar o site, ela está invisível. Isto é relevante porque 68% dos usuários na web só acessam a primeira página do Google e se não for a que ele procura ele buscará outro termo”, afirma.

A construção de uma marca se inicia quando o usuário acha a empresa através da publicidade, entre outras formas on e off-line. Após a explosão de sites em 1996, todos se tornaram um veículo de mídia potencial. “Em comunidades verticais e sites de mensagens instantâneas o usuário passa 70% do tempo em que fica conectado. Nos seis maiores portais do país eles ficam em média 20%. Já em buscadores eles passam 5% do tempo”, conta Julien Turri.

Como tática de mídia, é necessário que as empresas criem objetivos e diretrizes, selecione veículos potenciais, tenha opções de target, definição de posicionamento, além de negociação e critérios de sucesso. Outra possibilidade que a internet oferece é o planejamento de mídia on-line, onde a marca pode avaliar o nível de exposição e a freqüência de mensagens. A segmentação on-line pode ser feita através de sexo, idade, região, hábito de consumo, banda larga, computador, perfil de navegação, entre outras.

A aproximação da empresa com seu usuário e cliente é mais fácil pela internet, porém existe a possibilidade dele falar bem ou mal da empresa. “Se o usuário pode reclamar, a empresa pode e deve escutá-lo”, diz Turri. Segundo ele, o mundo on-line está se tornando indispensável para empresas e consumidores.

Thiago Terra no mundodomarketing.com.br

Você Sabia?

terça-feira, 9 de junho de 2009

Vídeo bem interessante que fala sobre a era tecnológica que estamos vivendo e o rumo que o mundo está tomando.

Streetforms - Graffiti Virtual

quarta-feira, 3 de junho de 2009

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Bem interessante esse uso do API do Google Maps (StreetView). Ele permite você fazer interações gráficas com cenários reais (virtuais no caso).

Basta digitar o endereço de algum lugar que possua StreetView (nada no Brasil ainda) e deixar lá o seu traço ou imagem. Simples e legal.

Confira aqui.

updateordie.com

Microsoft lança o Bing para enfrentar Google

terça-feira, 2 de junho de 2009

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A um primeiro olhar, o novo mecanismo de busca da Microsoft, o Bing (antes conhecido como Kumo), não parece ser muito diferente do Google. Há uma barra de busca na parte superior, uma lista de resultados abaixo, no meio da página, com publicidade na parte superior e à direita e uma série de categorias à esquerda que podem refinar a pesquisa. Mas há algumas diferenças em relação aos seus competidores - leia-se Google (que domina o mercado com 64% de participação, segundo a comScore).

A Microsoft descreve a mudança como um foco em ser mais um “mecanismo de decisão” do que um mecanismo de busca. Jon Tinter, gerente geral de parceria estratégia do grupo de negócios online da empresa disse que a ideia é tirar trabalho do consumidor e dá-lo ao mecanismo, ao responder mais requisições na página de resultados de busca, sem precisar clicar para obter o resultado.

Alguns exemplos: ao buscar por “temperatura”, o Bing utilizará seu endereço IP para descobrir a sua localização e mostrar a previsão para onde está no topo dos resultados. Se você quiser saber se o voo está no horário, busque pela companhia e o número do voo, e irá receber a resposta acima dos resultados de busca, ao invés de ter que ir atrás de sites e links que informem isso. Quer saber onde o pacote que você enviou pela UPS está? A página de resultados fornece um campo para inserir o código de monitoramento, ao invés de fazê-lo clicar no ups.com para descobrir. “As tarefas e as seções de decisão são o foco do mecanismo”, explica Tinter.

A Microsoft está focando em melhorias específicas em áreas como viagens, compras, localização e saúde, áreas altamente comercializáveis. O Bing está totalmente integrado ao mecanismo Farecast, uma busca de viagens recém-adquirida que prevê quando os preços dos voos estarão mais altos ou mais baixos. Além disso, há melhorias na função de mapas, permitindo ao usuário omitir dados específicos de navegação de ruas locais, que costumam confundir outros serviços.

Extraído da meioemensagem.com.br

Google lança Wave, serviço que é “tudo-em-um” na rede

segunda-feira, 1 de junho de 2009

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Durante a conferência Google I/O, que está sendo realizada em San Francisco, nos EUA, a empresa apresentou um novo serviço que promete ser uma mistura de e-mail, comunicador pessoal, rede social, microblog e compartilhamento de fotos, o Wave.

Chamado de “e-mail do futuro”, ele é capaz de “combinar vários tipos de comunicações e ferramentas de colaboração”, como explica Lars Rasmussen, desenvolvedor que entrou para a empresa quando sua startup, que desenvolvia essa tecnologia, foi comprada pela gigante da rede em 2004.

Dentro do serviço o usuário encontra várias funcionalidades dos maiores rivais do Google na rede, como o Twitter (envio de mensagens “públicas” ou diretas a seus contatos), Facebook (comunicação com amigos e flexibilidade na criação de aplicativos) e Flickr (compartilhamento de fotos, vídeos e outros documentos).

O Wave ainda está em fase de teste e deverá ser lançado no final do ano.

Extraído do uoltecnologia.blog.uol.com.br

Pesquisa aponta as buscas mais perigosas na web

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Um estudo da McAfee aponta as palavras-chave de busca com maior probabilidade de conduzir a sites maliciosos. “Letra de música” (lyrics) é uma delas.

No relatório Most Dangerous Search Terms, a McAfee explica a metodologia utilizada no estudo. Os pesquisadores fizeram buscas usando 2600 argumentos populares. Para cada expressão, foram analisadas as cinco primeiras páginas de resultados, fornecidas pelos cinco maiores mecanismos de busca - Google, Yahoo!, Live, AOL e Ask.

No total, o estudo examinou 413 mil URLs únicas. As chaves de pesquisa foram depois organizadas em categorias e associadas a um país. Conforme os sites para onde as buscas levavam, estabeleceu-se o grau de risco de cada chave. A pesquisa também apurou o risco médio de todos os resultados para a expressão buscada; e o risco médio das páginas mais perigosas.

Aqui vai uma lista dos principais resultados apurados:

  • O risco médio geral ficou em 1,7%. Ou seja, numa lista de 250 resultados, quatro eram perigosos. Nas páginas mais perigosas, a taxa de risco saltou para 10%.
  • As categorias com o maior risco são expressões associadas a letras de música (26,3%) e frases contendo a palavra “free” (21,3%). Isso significa que, nas páginas mais perigosas num busca de letra de música, um em cada quatro resultados levaria a um site com malware.
  • As letras de música (5,1%) e os argumentos contendo a palavra “free” (7,3%) também marcam outro destaque: elas são as categorias com os mais altos riscos médios gerais.
  • As palavras-chaves consideradas mais seguras estão associadas a saúde e à atual crise econômica. Seu risco máximo nas piores páginas é de 3,5% (economia) e 4% (saúde).
  • Quanto ao conteúdo da palavra-chave, o risco mais alto é das buscas por “screensavers”, que atinge 59,1% nas páginas mais perigosas e 34,4% como taxa geral. Em outras palavras, na melhor das hipóteses, em cada três resultados de busca por protetores de tela, um leva a um site que distribui malware.
  • Uma surpresa: buscas com a palavra “Viagra”, uma das mais caçadas pelos filtros de spam, praticamente não apresentam riscos.
  • O estudo também avaliou as palavras-chave mais perigosas em vários países. No Brasil, as dez mais são: “globo” (33,3%); “Juliana Paes” (30%); “Google talk” (25%); “Google toolbar” (25%); “Orkut” (25%); “Corinthians” (22,2%); “Palmeiras” (22,2%); “tradutor” (22,2%); “MSN” (20%); e “músicas” (20%).

Conforme a análise da McAfee, os cibercriminosos procuram associar os endereços de malware a palavras-chave de grande apelo popular. No caso do Brasil, entre as palavras-chave mais perigosas estão o nome da maior rede de TV, o de uma atriz muito conhecida e de dois times de futebol com grandes torcidas.

Extraído do info.abril.com.br

Fuja do conteúdo ruim na web

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A maioria dos avanços tecnológicos nos presenteia com facilidades e benefícios, mas também traz novos desafios e até perigos. Esta regra vale, e muito, para a internet e mais especificamente para a gama de informações presente e disponível na rede.

O grande desafio é separar as informações relevantes das que são fúteis ou mesmo criminosas. Um exemplo é a nossa rotina de todos os dias, quando clicamos na caixa de e-mails. Existem mensagens para todos os gostos: importantes, irrelevantes, correntes sem importância e até armadilhas que quando acionadas colocam o internauta, na maioria das vezes, em um apuro tecnológico, correndo o risco de perder as informações do seu computador ou ter dados importantes furtados, tais como senha, número de cartão de crédito, entre outros.

A habilidade de selecionar informações passa inclusive pelas nossas crianças, que precisam desenvolver tal competência o mais rápido possível dentro de seu auto-aprendizado tecnológico para conseguirem entregar um trabalho escolar e saírem imunes quando lidarem com e-mails, sites e redes de relacionamentos. Para o adulto cabe a possibilidade de escolher, dentro da web, sites onde ele possa agregar conhecimento e até alcançar diplomas e certificados reconhecidos. Esta sagacidade na escolha determina o sucesso ou o fracasso de uma empreitada dentro da internet.

Dicas para navegar tranquilo
Abaixo seguem algumas dicas para você se tornar um navegador de sucesso dentro da internet:

- Seja um navegador assíduo. Navegue sem compromissos, isto fornecerá perspicácia e experiência. Não deixe para começar a navegar na internet somente quando tiver que fazer isso.

- Antes de fechar qualquer contrato ou aceite pela internet, peça para testar o produto ou serviço por um tempo sem compromisso.

- Verifique com outras pessoas as experiências que tiveram com um determinado serviço ou produto, via fórum por exemplo.

- Não fale com estranhos.

- Não receba e não envie nada para estranhos.

- No caso de cursos, faça uma análise crítica, levando em consideração o mercado e a cultura que você irá receber, pois existem diplomas ou certificados super valorizados e outros irrelevantes.

É importante avaliar e analisar cuidadosamente quaisquer informações obtidas pela internet, bem como os locais em que se navega pela rede, pois, uma vez iniciada a viagem, muitas vezes o retorno pode ser custoso e desgastante.

Wagner Sanchez na pcmag.uol.com.br

Coca-Cola tem a maior exposição em redes sociais

quinta-feira, 28 de maio de 2009

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A Coca-Cola segue no topo do Índice de Marcas em Mídias Sociais (Imms) da agência Frog. Os resultados se referem à exposição das marcas nos principais sites de relacionamento no mês de abril. São acompanhadas 150 marcas de 18 segmentos.

As maiores variações positivas dentro do Top 10 do índice foram registradas pela Apple, que assumiu a terceira posição (era a quinta no levantamento anterior), e a Skol, que subiu do décimo para o sexto lugar.

O Imms é um indicador da densidade de referências a determinado termo dentro da blogosfera e das redes sociais Twitter, Orkut e You Tube. Focado no conteúdo e nos debates em português, o estudo tem como ponto de referência a marca Google, pois, segundo a agência Frog, é a que tende a ter a maior quantidade de citações em todas as ferramentas.

As dez  primeiras marcas do ranking Geral:

1º- Coca-Cola
2º- iPhone
- Apple
- Sony
5º - McDonald’s
6º- Skol
7º- Chevrolet
- Nokia
9º- Adidas
10º- Nike

As três primeiras por segmento:

Operadoras
Oi
Claro
Vivo

Celulares
iPhone
Nokia
Motorola

Automóveis
Chevrolet
Ford
Fiat

Cervejas
Skol
Brahma
Bohemia

Banco
Itaú
Bradesco
ABN Real

Extraído do meioemensagem.com.br