Posts com a Tag ‘Web’

Lançamento zuestore.com.br

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Com base em diversas culturas e épocas, moda, decoração, comportamento e música, o site da Loja Züe foi lançado ao meio-dia desta quarta-feira. No mesmo dia, às 22h, no Restaurante e Sushi Bar Estação, Luciana Kouri e Andréia Ferreira receberam seus convidados para celebrar o lançamento do site em grande estilo. A loja que tem filiais em Londrina e São Caetano do Sul está mais próxima de seus clientes.

A agência Napse Design ousou e como resultado conseguiu um site expressivo e forte visualmente. “Utilizamos muitos elementos que remetessem a viagem e natureza, além disso, o conceito da Züe foi usado para definir as cores do site”, explica Felipe Ferreira, sócio-proprietário da Napse Design.

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Texto: Thaís Yamanari

Google: 11 anos em 2 minutos

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Vídeo contando a história do Google. Simples porém bacana.

updateordie.com

Você Sabia?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Mais um vídeo da série “Você Sabia?”. Já foi postado um anteriormente aqui no blog (aqui).

Muito interessante. Os números são impressionantes.

Dica caligraffiti.com.br

Artista viaja o mundo pelos olhos do Google Street View

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Painting

O artista plástico americano Bill Guffey está chamando a atenção da imprensa internacional pela originalidade com que vem usando o Google Street View, recurso oferecido gratuitamente pelo Google em seus mapas mundiais online, como referência para suas pinturas. Recentemente, o jornal The Sun o apelidou de “Vicent Van Google”.

Guffey, que mora em Kentucky, nos Estados Unidos, pintou duas séries de quadros baseados apenas em imagens do serviço integrado ao Google Maps, que oferece vistas panorâmicas de 360° de um número cada vez maior de localidades, em imagens reais.

painting

Na primeira série, Guffey “visitou” todos os Estados americanos e fez uma pintura típica de cada região. Como ele mesmo explica em seu site, o único que ficou de fora foi o Havaí, que ainda não possui o serviço do Google.

Painting

Na segunda série, Guffey “viajou” o mundo inteiro. Há pinturas dos canais de Amsterdã, na Holanda, casas de Florença, na Itália, vinhedos da França, e até os táxis de Nova York. As pinturas podem ser vistas no endereço www.bnguffey.com.

Painting

Guffey também faz questão de salientar que recebeu permissão do Google para fazer as reproduções. O portal de buscas teria afirmado que artistas podem usar o Google Street View como referência para seus trabalhos quando utilizarem métodos tradicionais de criação artística. O Google também exige que as fotos originais contenham o logotipo da empresa quando forem exibidas junto com a pintura.

“Este recurso abre um mundo a parte para artistas que são deficientes físicos ou não podem deixar suas casas ou estúdios”, afirma Guffey em seu site.

tecnologia.terra.com.br

Do anonimato à fama em uma única twitada

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Twitter

Depois da agência espanhola que, em questão de semanas, se tornou a mais conhecida no país e arrebatou um prêmio em Cannes, agora é a vez de uma empresa de pesquisa que ficou famosa mundialmente graças a uma única mensagem no Twitter.

Segundo um artigo da revista Fast Company, a Pear Analytics, empresa especializada em análises e insights conseguiu essa façanha incrível. Tudo começou por volta de 10 da manhã do dia 12 de agosto de 2009, quando Ryan Kelly, fundador e CEO da empresa postou no Twitter a seguinte mensagem:

“O estudo sobre o Twitter que mencionamos no #bmprsa já está disponível: http://bit.ly/17htXE resultados interessantes…”. O BMPRSA é um grupo de relações públicas e mídias sociais de San Antonio, no Texas - cidade onde a Pear Analytics está localizada.

Assim que Kelly twitou a mensagem, um dos seus seguidores enviou o estudo a um dos principais blogs sobre mídias sociais e tecnologia, o Mashable. Na tarde daquele mesmo dia, a pesquisa da Pear estava na página principal do blog, que tem milhões de acessos diários. Por volta de 6 da tarde, o estudo era o assunto número um no ranking de tendências do Twitter. Um pouco mais tarde, Kelly foi entrevistado por Robert Scoble, do site Rackspace. Daí pra frente, o estudo se viralizou.

De acordo com o Google Pear Analytics, já são mais de 500 notícias no mundo todo sobre o estudo da Pear, incluindo destaques em sites como BBC, CNET e NBC.com. É o tipo de publicidade que custaria uma verdadeira fortuna para qualquer empresa, diz o artigo.

O estudo, que pode ser baixado aqui, tem algumas informações bem interessantes, como por exemplo:

  • 40,55% do que é twitado são relatos sem maior interesse (chamado lá de baboseiras sem sentido), 37,55% é bate-papo, 8,70% são retweets, 5,85% são promoções, 3,75% spam e apenas 3,60% são notícias.
  • O horário 11:30 da manhã e as segundas-feiras são as ocasiões com mais retweets.

O autor do artigo, Wendy Marx, perguntou ao CEO da Pear qual foi o segredo do sucesso, e ele respondeu o seguinte:

“Posso atribuir o sucesso a algumas coisas. Eu não sei nada sobre relações públicas, mas analisando o que acontece no Twitter e categorizando o conteúdo, nós fizemos algo que ninguém mais havia feito. O grande ponto, no entanto, foi que rotulamos a categoria mais popular como “baboseiras sem sentido”. Eu acho que se tivéssemos dado qualquer outro nome, não teria tamanha repercussão. A maioria das notícias usou esse nome nas manchetes. Por fim, tivemos muita sorte nesse dia, pois nenhum acontecimento de grande relevância aconteceu naquela semana, como a morte do Michael Jackson, que poderia ter enterrado nossa notícia facilmente.”

chmkt.com.br

Publicidade em sites de conteúdo é mais efetiva do que em portais, diz estudo

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Campanhas online realizadas em sites de conteúdo são mais efetivas do que em grandes portais ou por meio de intermediários. Esta é a conclusão de um estudo divulgado nesta quinta-feira (13/8) pela Online Publishers Association - entidade que representa criadores de conteúdo na internet como ESPN.com, MSNBC.com e as versões online dos jornais New York Times e The Wall Street Journal.

O estudo da OPA mostra que a efetividade das campanhas - anúncios memorizados pelos internautas nos últimos 30 dias - foi 21% superior em sites de conteúdo do que em portais, e 50% maior em relação a campanhas de volume gerenciadas por intermediários na internet.

“O que este estudo mostra é que a opção de menor custo não é produtiva”, disse o vice-presidente sênior de operações digitais da New York Times Co. em uma reportagem do jornal Wall Street Journal.

A análise realizada pela empresa de pesquisas Dynamic Logic reúne três anos de informações sobre mais de 4.800 campanhas na interne, usando uma ferramenta de medição da Dynamic Logic.

Os anúncios de display, que compõem grande parte das ações tradicionais de publicidade digital, também vêm perdendo espaço, apontam dados da consultoria PricewaterhouseCoopers. Nos Estados Unidos, o ganha-pão da publicidade online vai perder 17% de participação, o que equivale a 4 bilhões de dólares.

Ainda de acordo com a PwC, a receita de publicidade digital dos Estados Unidos deve somar 24,1 bilhões de dólares, uma queda de 3,2% em relação a 2008. Mundialmente, o gasto com anúncios online no segundo  trimestre deste ano caiu 5% em relação ao mesmo período do ano passado, somando 13,9 bilhões de dólares, segundo a IDC.

Os portais e as empresas que administram campanhas se defendem, na reportagem, afirmando que, nos sites de conteúdo, anunciantes pagam preços altos por audiências menores. O argumento é que, por meio dos portais, o anunciante pode fazer mais barulho com um único anúncio, atingindo uma audiência maior.

Para alguns anunciantes, o estudo simplifica demais as ações de marketing, que hoje são pulverizadas entre portais, sites específicos e redes de anúncios, com objetivos e alvos distintos.

Daniela Braun na idgnow.uol.com.br

Site envia mensagens da web para outro planeta

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

World

Comunicar-se com outros planetas deixou de ser algo restrito aos filmes de ficção científica. O projeto “Hello From Earth”, sediado na Austrália, afirma que mandará mensagens ao planeta Gliese 581d, o mais próximo fora do Sistema Solar.

A partir desta quarta-feira, 12/08, até o dia 24/08, os internautas terão a oportunidade de enviar mensagens em até 160 caracteres para o planeta.

Os textos poderão ser escritos no site www.hellofromhearth.net e devem levar aproximadamente 20 anos para chegar ao seu destino. Considera-se que o Gliese 581d tenha condições de abrigar vida, no entanto, o site lembra que não garante respostas às mensagens.

Os textos serão transmitidos do Canberra Deep Space Communication Complex, em parceria com a NASA. A atividade faz parte da Semana Nacional de Ciência da Austrália.

olhardigital.uol.com.br

O que os anunciantes esperam das agências digitais?

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pesquisa encomendada pela agência iThink e executada pelo Grupo Consultores com 70 anunciantes constatou que a verba publicitária investida nos meios digitais é consideravelmente maior do que se imaginava. Em média tirada entre empresas multinacionais e nacionais, a participação da internet no bolo publicitário estaria, na verdade, em pouco mais de 7%.

“Nessa medição, colocamos variáveis que vão além da compra de mídia. Medimos os investimentos em links patrocinados, construção de sites e custos de produção, entre outros”, explica Marcelo Tripoli, presidente da iThink. No geral, segundo a pesquisa, as multinacionais investem 8,72% de sua verba, contra uma média de 4,85% dos anunciantes brasileiros.

Outro ponto que pode trazer otimismo para o setor é o fato de mais de 80% dos clientes/anunciantes estarem satisfeitos com os serviços prestados por suas agências digitais - aproximadamente 13% deles se disseram insatisfeitos. Em comparação ao grau de satisfação com as agências de publicidade tidas como tradicionais, o cenário é bastante semelhante, uma vez que 81,7% se mostraram felizes com o trabalho das empresas contra apenas 9,1% de insatisfeitos.

O estudo, que tem como proposta traçar o perfil ideal das agências interativas, mostrou que entre os requisitos mais importantes na hora de escolher uma agência estão a apresentação de cases bem-sucedidos e de portfólio de clientes - citada como primordial por 65% dos entrevistados -, seguida pelo entendimento do negócio/conhecimento do target (35%) e pelo desejo de uma apresentação detalhada do que se propõe.

Quando o quesito é criatividade, as agências tradicionais são mais exigidas. E também são mais cobradas ao se falar em apresentação de resultados e equipe/profissionalismo. “Quando o anunciante pensa em um projeto digital, ele centra suas atenções em resultados focando pontos como ativação, conversão e relacionamento. Não que a criatividade não seja importante para o universo digital, mas outros critérios acabam tendo mais peso”, afirma Tripoli.

meioemensagem.com.br

A parceria Microsoft e Yahoo e o marketing de buscas

terça-feira, 4 de agosto de 2009

imagem

No acordo entre as empresas prevalece o buscador Bing da Microsoft e o Yahoo foca na venda de anúncios e criação de relacionamentos e conteúdo. Para o profissional de marketing em buscadores já muda alguma coisa.

Finalmente saiu a parceria entre a Microsoft e o Yahoo. Espera-se que o novo Bing, buscador da Microsoft, seja bastante fortalecido pelo acordo.

Quais as implicações disso para a prática do marketing de busca?

Anotei dez delas. São ideias que circulam nos EUA neste momento. Logo teremos mais informações sobre o acordo. No momento, considere o seguinte (além do fato de que no Brasil o cenário é bem diferente, com o Google dominando mais de 95% do mercado):

  • Vale investir em SEO no Bing, pois suas buscas são mais ricas e organizadas (eventualmente mais relevantes), o que deve atrair usuários.
  • Apesar do pequeno market share (cerca de 8% nos EUA), usuários do Bing geram mais conversões e cliques nos anúncios (ainda se discute exatamente porque).
  • Com a parceria, o Bing Yahoo terá 28% de share, atraindo, pelo seu tamanho, mais spams e outras práticas manipulativas, o que pode afetar sua relevância.
  • Espera-se que muitos anunciantes que só trabalhavam com Google passem a fazer PPC também com os parceiros Bing.
  • Agora todos querem explorar as ferramentas de análise SEO do Bing (Bing Webmaster Tools), prevendo o crescimento do buscador.
  • O registro de negócios locais no diretório Bing se torna importante já que o buscador destaca as listas locais em suas buscas.
  • O Bing passa a contar com a valiosa base de dados do Yahoo para customizar seu serviço por segmento-alvo e tipo de usuário.
  • Muitos usuários e clientes do Yahoo nos EUA temem que a empresa desative recursos de busca como diretório, Delicious, maps, etc.
  • Como o Yahoo manterá certa independência, especula-se que a sua busca siga critérios um pouco diferentes das buscas feitas via Bing.

A parceria com o Bing pode liberar o Yahoo para investir cada vez mais em conteúdo.

Héber Sales na webinsider.uol.com.br

Web cresce 21% em publicidade

segunda-feira, 27 de julho de 2009

internet

A internet foi o canal de mídia que obteve o maior crescimento nos primeiros seis meses de 2009 com 21% e faturamento de R$ 784,6 milhões. No mesmo período do ano passado o total foi de R$ 649,3 milhões.

Apesar do alto faturamento da internet, a televisão ainda lidera o segmento com R$ 15,042 bilhões de investimentos em mídia no Brasil. Esse valor conta com os Pedidos de Inserção (PIs) do primeiro semestre deste ano. A participação das emissoras aumentou chegando a 54%, no ano passado era de 50% com R$ 13,378 bilhões. As TVs cresceram 12%.

Com R$ 177,1 milhões de investimento, no mesmo período do ano passado o valor era de R$ 170,7 milhões, a internet chegou a 3% de market share, acima do cinema que ficou com apenas 1%.

No segundo lugar aparecem os jornais com R$ 6,3 bilhões. O faturamento é menor do que o apontado no ano passado (R$ 6,9 bilhões) com 26%. As revistas ficaram com 8% do share com R$ 2,262 bilhões em 2009, acima do valor do ano passado (US$ 2,243 bilhões). Juntamente com as publicações impressas, as TVs pagas chegaram 8% com R$ 784,6 milhões.

A participação do rádio aumentou sua participação para 5% e R$1,2 bilhão de faturamento. O outdoor caiu de R$ 32 milhões para R$ 26 milhões.

No ranking do Ibope Monitor, as Casas Bahia lideram entre os anunciantes com R$ 1,48 bilhão no primeiro semestre, valor maior do que registrado no passado (R$ 1,407 bilhão). Em segundo está a Unilever, mantendo o posto de 2008, apesar da queda do investimento de R$ 874 milhões para R$ 808,2 milhões neste ano, registrando uma queda de 32% nas verbas de mídia para higiene e beleza.

O terceiro lugar ficou com a Ambev com R$ 467,5 milhões, acima do total do ano passado (R$ 311,8 milhões), em 4º está a Caixa Econômica Federal com R$ 409,3 milhões, que subiu duas posições (R$ 267,6), depois, no 5º lugar aparece a Fiat com 371,5 milhões, antes a montadora tinha registrado R$ 275,2 milhões. A Hyundai aparece em 6º com R$ 258,2 milhões, resultado melhor do que em 2008, quando ocupou a 15ª posição. A TIM também cresceu do 27º lugar com R$ 125,1 milhões, chegou em 7º com R$ 255,6 milhões.

O maior investimento publicitário do país ficou com a praça de São Paulo com 30% de share e R$ 8,3 bilhões. No ano passado, o volume foi de R$ 8 bilhões. O total nacional, que abrange internet, revistas, TVs pagas somou R$ 4,9 bilhões com 18% de share.

Em terceiro lugar ficou o Rio de Janeiro com R$ 3,6 bilhões. Neste ano, a praça de Vitória começou a participar da pesquisa com investimentos publicitários e também a quantidade de GRPs (Gross Rating Points). A cidade apresentou R$ 316 milhões de faturamento com 1% de share.

adnews.uol.com.br

Como as pessoas compartilham conteúdo na web

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Confira, abaixo, o chart que mostra quais são os serviços e as redes sociais que os usuários de web preferem para compartilhar conteúdo.

Web

As informações foram divulgadas no Silicon Alley Insider a partir do levantamento realizado pela empresa AddToAny.

yr.updateordie.com

Comércio online tem aprovação de 86,11% dos consumidores

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Comercio Eletrônico

O comércio eletrônico brasileiro chegou ao final do primeiro semestre aprovado por 86,11% das pessoas que usaram a internet para fazer compras. Esta foi a média do desempenho apurado mês a mês, de janeiro a junho, no Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS).

O trabalho revela uma variação próxima a um ponto percentual entre o período com a maior e a menor marca de satisfação. No mês de fevereiro 85,59% dos consumidores se diziam satisfeitos com o serviço prestado pelas lojas eletrônicas. Já em junho a proporção de compradores satisfeitos saltou para 86,57%.

“O percentual de pessoas que declaram ter suas expectativas plenamente atendidas vem sendo sempre maior do que o mês anterior desde março. É um  demonstrativo de superação do setor uma vez que o comércio eletrônico tem recebido novos usuários a cada dia  com perfis sociais cada vez menos acostumados a fazer compras não presenciais”, afirma o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.

O diretor da e-bit, Pedro  Guasti, explica que a empresa colheu mais de 635 mil questionários entre janeiro e junho de 2009 para chegar a estes resultados. Por meio deles os compradores foram incentivados a avaliar o desempenho das lojas virtuais em quesitos como: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Em 2008 o comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 8,2 bilhões, em compras. Para 2009 a expectativa é de que este valor ultrapasse a casa dos R$ 10 bilhões e registre um crescimento aproximado de 35% em relação ao ano anterior. O MIS é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.

Fernando Souza Filho na pcmag.uol.com.br

Filme de animação é criado por meio de colaboração via web

terça-feira, 21 de julho de 2009

Guitar

E O Oscar de melhor curta de animação vai para… uma comunidade de internet? O anúncio intrigante foi veiculado no final do ano passado, no Facebook, por uma empresa iniciante chamada Mass Animation, e deu início a um projeto que muita gente em Hollywood considerava risível: produzir um filme de animação com duração de cinco minutos por meio do modelo criado pela Wikipédia. Animadores de todo o mundo contribuiriam com imagens, e os usuários do Facebook votariam em suas preferidas.

Mas a ideia funcionou. O projeto finalizado, Live Music, foi considerado pela Sony Pictures Entertainment como interessante o bastante para exibição em salas comerciais.

A Sony vai levar a história de um amor fadado ao fracasso entre uma guitarra elétrica e um violino às massas que frequentam os cinemas multiplex, a partir de 20 de novembro, como atração de abertura para Planet 51, um longa de animação produzido pelo estúdio.

“As redes sociais podem operar como uma espécie de caça-talentos automatizado, ajudando o que existe de melhor a chegar mais rápido a posições de destaque, e foi isso que aconteceu no caso de Live Music“, diz Michael Lynton, presidente-executivo e do conselho da divisão de entretenimento da Sony. “Embora a criatividade esteja distribuída de forma bastante ampla na sociedade, nem sempre é fácil aproveitar esse filão”.

O mercado - publicitário, de jogos eletrônicos e, evidentemente, Hollywood - está ávido por material, especialmente animações, que possa ser produzido de maneira mais rápida e barata. Live Music foi realizado a um custo de cerca de US$ 1 milhão, e levou um ano para ser concluído. A Intel, que espera usar o filme para divulgar seu novo processador Core i7 entre os profissionais de animação, foi o principal patrocinador.

O filme concluído é composto por cenas enviadas por 51 pessoas, cada uma das quais recebeu US$ 500 por cena e menção nos créditos do filme por seus esforços.

Lei a matéria completa no tecnologia.terra.com.br

Antes de comprar em loja física, 15% dos brasileiros consultam a web

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Online Shopping

Pesquisa F/Radar destaca que 60% dos brasileiros com mais de 16 anos acessam o site da loja e 58% consideram a opinião na web antes de comprar.

Antes de fazer compras em lojas físicas, 15% dos brasileiros acima dos 16 anos de idade consultam a internet destaca a quinta edição do relatório da F/Radar, feito pela F/Nazca com apoio do Datafolha, nesta segunda-feira (13/7).

Segundo o levantamento feito em março deste ano com base em 2.117 entrevistas em todo o Brasil, a internet tem impacto sobre aproximadamente 51 bilhões de reais no varejo nacional, com base na Pesquisa Anual do Comércio 2006, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os que afirmam consultar a web antes de comprar em lojas físicas, 63% se conectam em suas residências, 60% acessam o site da loja e 58% consideram a opinião de internautas. Este último número cresceu desde dezembro de 2008, quando 48% consideravam opiniões na web para comprar.

O levantamento apresenta margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, em um nível de confiança de 95%. O desenho da amostra foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas 2008 do IBGE.

Extraído do idgnow.uol.com.br

O pé no chão e os arquivos no cloud computing

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Empresas e usuários se deparam diante de uma nova fronteira da era digital.  Está vindo das “nuvens” a novidade que pode se tornar solução para as corporações que investem muito em tecnologia para processamento e armazenamento de dados e softwares.O “cloud computing” (computação em nuvem), expressão que está dando o que falar, é a mais nova tendência de computação. O diferencial é a mobilidade - o usuário adaptado ao cloud computing poderá acessar remotamente seus documentos, arquivos e outros dados, de qualquer computador, a qualquer hora, de qualquer lugar do mundo se estiver conectado à internet.

Poderá também utilizar programas e aplicativos sem precisar baixar em seu computador, com a grande vantagem de usar sem se preocupar com manutenção, atualização, backup, funções que passam a ser realizadas pelo provedor do serviço, que também garante que não vai perder documentos importantes para o seu negócio.

Esse novo modelo de computação ainda não se estabeleceu no Brasil, pois muitos pontos ainda não estão bem definidos e questões práticas e de segurança ainda estão em estudos.

Porém, no dia a dia como usuários já estamos vivendo um pouco disso,  pois o armazenamento de informações em nossas caixas de e-mail já é um exemplo prático da computação em nuvem.  Além disso, existem sites que oferecem hospedagem às pessoas.

Acompanhar as tendências tecnológicas exige atenção e cautela. Não podemos acompanhar tudo na mesma velocidade em que é disponibilizado. Precisamos sempre, em primeiro lugar, ter certeza de que estamos entregando nossas informações, documentos, imagens da nossa vida a empresas sérias, conhecidas e que tenham um histórico expressivo na internet.

As ações praticadas diariamente na internet são desenfreadas e às vezes nem pensamos antes de dar o clique e liberar nossa identidade. Imaginem então quando nos depararmos com a possibilidade de jogar nas “nuvens” (na internet) a história da nossa vida particular ou profissional (através de fotos e documentos), para que fiquem flutuando sabe-se lá por onde e até quando.

Roberto Soares Costa na webinsider.uol.com.br

Não menospreze o poder da rede!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Não há a menor dúvida que a “bola da vez” na internet são as “redes sociais”. Só se fala nisso. É a tal web 2.0 com seus ícones de sucesso como o MySpace, o Facebook, o Orkut, e agora, mais do que nunca, o Twitter. Ainda é difícil dizer o que é moda e o que realmente deverá permanecer por algum tempo. Por falar nisso, lembram-se daquele site, como é mesmo o nome dele? Aquele jogo, ahh… o Second Life? Pois é, esse é um exemplo de que algumas febres passam logo.

Sobre o Twitter - serviço que permite que as pessoas acompanhem mensagens de no máximo 140 caracteres, ou “tweets”, de amigos ou celebridades - uma recente pesquisa da Nielsen Online indica que aproximadamente 60% dos usuários declinam após o primeiro mês de uso, o que torna o crescimento dessa rede bastante limitado. Existe há mais de três anos e hoje ele tem por volta de 10 milhões de usuários no mundo todo, mas pode-se dizer que só cresceu depois que celebridades começaram a utilizá-lo e divulgá-lo, como o então candidato Barak Obama e a apresentadora americana Oprah Winfrey.

Além dessa questão do modismo, há outro ponto a ser analisado com muito cuidado pelas empresas que se preocupam em aprender a utilizar as redes sociais. É importante identificar a melhor forma de fazê-lo, por exemplo, buscando estar próximas dos seus consumidores e do seu público formador de opinião, mas por outro lado, também é fundamental orientar sua própria equipe acerca dos perigos que a rede pode causar quando utilizada de forma ingênua ou por má fé, pelos próprios funcionários, ou, quem sabe, por seus concorrentes…

Há empresas que fizeram sua incursão de forma bastante saudável, como o exemplo da Nike, com o lançamento do Nike Plus que, embora não seja um fato novo, é sempre bom citá-lo como caso, bem-sucedido, de criação de comunidade. Há ainda exemplos mais próximos, como a loja de esportes Centauro, que recentemente lançou sua comunidade oficial no MySpace como plataforma para divulgar seu projeto “Ritmos”, e quem sabe, fortalecer sua marca.

Estudos apontam que 57% dos varejistas listados na ‘Top 500 Internet Retailer’ estão no Facebook e que 41% desses estão presentes, ou foram pesquisados, no YouTube, além de centenas deles no MySpace, entre outros.. Enfim, mesmo que a empresa prefira não se manifestar sobre o assunto é importante que ela saiba que algo já deve estar acontecendo com sua marca na rede, independentemente da sua vontade. É como aquela história: eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!

Sandra Turchi na mundodomarketing.com.br

Brasil fica na 42° posição em ranking mundial de ‘conectividade’

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Conectado ao mundo virtual, o Brasil ficou no 42° lugar em ranking mundial com 70 países que avalia os negócios e o uso de serviços online. O estudo, conduzido pela divisão de consultoria da IBM e a unidade de inteligência da The Economist, descreve o Brasil como um dos países com melhor cenário macroeconômico e oportunidades de negócios do mundo, já que foi pouco alterado diante da crise mundial.

A pesquisa afirma que o Brasil é um dos países com maior índice de empreendedorismo entre os pesquisados, mesmo sofrendo com problemas relacionados a deficiências na infraestrutura e baixa adoção do comércio eletrônico pelos consumidores e empresa de modo geral.

“Apesar de o Brasil vir crescendo consistentemente nesse ranking desde 2005, a conectividade e a infraestrutura de TI ainda são um desafio no país. A baixa adesão à internet banda larga - devido especialmente a sua pouca disponibilidade e alto custo - é um obstáculo considerável ao crescimento do comércio eletrônico brasileiro”, explica Ricardo Gomez, diretor de consultoria da IBM Brasil.

Na comparação com outros países latino-americanos, o Brasil aparece abaixo do Chile (30°) e do México (40°). Entre os Brics, o país está na liderança, apresentando o melhor ambiente para o crescimento do e-commerce.

A Dinamarca é a líder global com maior presença na economia online e o uso de serviços públicos via internet. Os Estados Unidos, que em 2008 estavam em primeiro lugar, passaram para a quinta colocação.

O estudo
O ranking, chamado de E-readiness, é uma medida de quão amigável é o mercado local às oportunidades baseadas na internet. Os fatores que influenciam na análise são: educação, experiência online, política governamental, empreendedorismo, inovação, além de consumo de mercadorias e serviços digitais.

Extraído do epocanegocios.globo.com

Mentor de Estratégia e Criação - Y&R

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Entrevista de Walter Longo, Mentor de Estratégia e Inovação da Y&R, para o programa Reclame do canal Multishow.

Walter fala sobre publicidade na era digital.

Parte 1

Parte 2

Lifestreaming: A web 3.0 dando as caras

quinta-feira, 2 de julho de 2009

lifestreaming

Não sou muito amigo dos termos 1.0, 2.0, como alguns também não são, mas se os termos “marketeiros” servem para facilitar a compreensão, não me oponho a falar nem divulgar. O fato é que muito se comentou sobre o termo web 2.0, da participação do usuário, métricas para medir audiência, mas aos poucos toda essa explosão de conteúdo supervalorizado parece sentir falta de uma organização prévia para que o teor estratégico que tanto se atribui ao mundo digital possa sair do papel e trazer de fato o resultado que marcas desejam ver, que clientes precisam receber.

Uma prática que já denota essa nova direção é o Lifestreaming. Para que a gente possa entender, nossa presença on line está dividida em blogs, redes sociais, sites agregadores de links e sites de conteúdo pessoal como Flickr e You Tube. Lifestreaming é o ato de agregar todo esse conteúdo em uma única interface, geralmente em ordem cronológica.

Para se ter idéia do grau de importância disso, Steve Rubel, um dos maiores especialistas de novas mídias do planeta, declarou ter abandonado seu blog para se dedicar exclusivamente à sua página no Posterous. Rubel conta que tomou a decisão de deixar o blog para voltar a ter um ritmo diário de publicação de conteúdos de forma mais prática, direcionando suas energias a um único lugar, além de manter seus perfis no Twitter e nas redes sociais Friendfeed e Facebook.

Serviços como o Posterous começam timidamente a surgir, sendo os pioneiros na chamada centralização digital, que promete ser a nova “bola da vez” na internet. No Brasil, o Yahoo é a primeira empresa a dar o ponta pé inicial na prática, criando o Meme, ainda em fase de testes. Fui um dos convidados a analisar o aplicativo, que é sim uma baita de uma promessa para esta nova fase de comportamento que deve se estabilizar no mundo digital em pouco tempo.

Claro, nada extermina nada, o Lifestreaming não vai acabar com os blogs nem com o Twitter, mas pode transformar todas essas coisas. Isso porque a cada dia nós, seres humanos, valorizamos mais e mais o tempo que parece escapar dentre nossos dedos. O valor/hora de profissionais digitais está aumentando, o tempo de execução de projetos diminuindo. Como conseguir ser tão relevante sem passar do ponto? Apenas com foco, sabendo onde e como encontrar o que se quer.

Vinícius Madureira em seu blog viniciusmadureira.com.br

Google e Fiat fazem parceria para oferecer Street View no Brasil

quarta-feira, 1 de julho de 2009

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O Google firmou uma parceria com a Fiat do Brasil para oferecer o serviço de mapas conhecido como Street View no país.

A princípio, o serviço estará disponível apenas para a cidade de São Paulo. O anúncio oficial será realizado nesta quinta-feira (02/07) pelos presidentes das companhias.

O Google Street View é uma ferramenta do Google Maps que mostra imagens das ruas de diversas cidades do mundo em 360 graus. O usuário consegue simular um passeio virtual por Nova York, Roma, Tóquio, Sidney e Londres, por exemplo, conferindo fotografias panorâmicas da cidade. Para o serviço, o Google utiliza carros e vans com câmeras que fotografam as ruas dessas cidades.

De acordo com uma fonte próxima do assunto ouvida pela agência Reuters, a Fiat será patrocinadora do serviço do Google. Estima-se que a produção das fotografias panorâmicas do serviço em São Paulo será feita em um modelo Stilo, da montadora italiana, segundo informou a fonte.

O serviço Street View tem sido uma ferramenta poderosa para promover cidades, mas acabou levantando questões sobre privacidade das pessoas em alguns países. No Japão, o serviço foi criticado por fornecer imagens de bases militares ou até mesmo mostrar uma mulher que estava vomitando na rua em frente a um bar. Na Inglaterra, uma mulher pediu divórcio depois que o carro do marido foi fotografado em frente à casa de outra mulher.

A entrada em operação do Street View em São Paulo ocorre depois que o Google ajustou a resolução das imagens da capital paulista disponíveis em seu serviço de mapas Google Maps.

Extraído do epocanegocios.globo.com