Gráfico simples e direto comparando as ferramentas para a publicidade em 1980 e 2009. A principal diferença é a internet, claro.
Posts com a Tag ‘Mídia’
Publicidade 2009 vs. Publicidade 1980
quarta-feira, 21 de outubro de 2009Conteúdo é o protagonista da era da convergência de mídias
terça-feira, 6 de outubro de 2009Pesquisa aponta que consumo cruzado de mídias é uma realidade para as pessoas, que buscam qualidade, e não a quantidade de informação.
A convergência de mídias já é uma realidade na vida das pessoas. Diante desse processo, a qualidade do conteúdo é mais valorizada pelos usuários que a possibilidade de acesso a múltiplos canais de informação. Essa é uma das principais conclusões do estudo “Conectmídia: hábitos de consumo de mídia”, apresentado hoje pelo Ibope durante o MaxiMídia, evento de comunicação organizado pelo Grupo Meio & Mensagem, em São Paulo. O estudo foi realizado entre os dias 24 e 28 de agosto com pessoas com mais de dez anos de idade na região metropolitana de São Paulo. Ao todo, 800 pessoas foram entrevistadas.
Qualidade
Segundo a pesquisa, 81% dos entrevistados se importam mais com a qualidade da informação consumida do que com o local de onde o conteúdo é acessado.
“A plataforma de comunicação em si está se tornando menos relevante no processo de comunicação. O conteúdo é o grande protagonista da era da convergência de mídias, que já é uma realidade na vida das pessoas”, afirma a gerente de marketing do Ibope Mídia, Juliana Sawaia. Assim, transformar em qualidade o excesso de informações é o grande desafio dos veículos de comunicação na contemporaneidade.
O estudo constatou também que 53% dos entrevistados - o índice sobe para 56% entre as mulheres - se sentem pressionados com a quantidade de informações e tecnologia disponíveis, embora consigam absorver o dilúvio da comunicação, especialmente os jovens com idade até 24 anos.
Tempo escasso
Quando questionados sobre o bem mais escasso na sociedade contemporânea, os recursos naturais surgem em primeiro lugar, com 81% de citações. Em segundo lugar está saúde (65%) e, em terceiro, o trabalho (56%). Chama atenção de Juliana, no entanto, o índice de 46% registrado para o tempo.
“Essa percepção de que o tempo passa rápido demais leva a uma busca da individualidade, ao desejo de reservar mais tempo para si próprio, especialmente no caso das mulheres”, afirma Juliana.
A sensação de que os diais passam mais rápido hoje do que antigamente é citada por 90% das pessoas. Mais uma vez o índice é maior entre o público feminino (93%), mesma porcentagem observada entre jovens com idade entre 25 e 34 anos.
Guerrilha Digital
quinta-feira, 13 de agosto de 2009Muito tem se falado sobre Marketing de Guerrilha como se o conceito que já era tema de livro de Jay Conrad Levinson, em 1982, fosse a panacéia para a crise que reduziu o orçamento de marketing das empresas, mas aumentou a cobrança por resultados. De fato parte da solução pode estar inserida no contexto de guerrilha, desde que se tenha conhecimento profundo do terreno e do alvo, com objetivos bem definidos e conjugando diferentes maneiras de abordá-lo, para a maior eficácia de impacto possível.
No cenário atual de revolução de hábitos e tecnologias e com os avanços do consumo de mídia em mobilidade, em breve esqueceremos as segmentações habituais da mídia em canais, veículos e aspectos sócio-demográficos como conhecemos hoje. Tudo será visto, transmitido e consumido por meio de uma tela interativa, não importa em que lugar ela esteja: no celular, na sala de estar, no carro ou no escritório, levando a guerra pelo consumidor para além das fronteiras da mídia tradicional.
A evolução da Internet, a pluralização das mídias e as novas ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, se utilizadas de forma combinada, são uma trilha direta para quem quer atingir o novo consumidor, a custos cada vez mais acessíveis. Os smartphones, por exemplo, serão 48 milhões na América Latina até 2014, segundo estudo divulgado recentemente pela Pyramid Research, e sabe-se que terão uma presença cada vez maior entre o público jovem e a classe C.
Essa tendência reforça o crescimento do mobile marketing, que já começou a transformar o dispositivo móvel em uma poderosa ferramenta para interação com o consumidor. Não é à toa que este mercado deve movimentar 24 bilhões de dólares no mundo até 2013, de acordo com pesquisa da ABI Research.
Soluções inovadoras e eficientes, hoje, passam obrigatoriamente pela busca do consumidor em seus hábitos de navegação na Internet, na pesquisa das novas relações de consumo e no uso relevante e responsável das novas mídias digitais. Quem busca resultados hoje adequa sua linguagem ao público e à pluralidade dos meios em campanhas com as mal exploradas mídias móveis, explora o universo de mídias sociais que já são uma realidade no país, cria tendências, mede tudo que faz na Internet, monitora e altera os rumos das campanhas em tempo real.
Em suma, abandonar de vez o conforto tradicional das ações da mídia convencional, altamente onerosas e nem sempre igualmente eficazes e lançar mão das inúmeras ferramentas cross-media de que dispomos, graças às inovações tecnológicas que o mundo 2.0 nos proporciona, parece ser o novo mantra para o profissional de marketing dos nossos tempos. Bem-vindos todos nós ao mundo da Guerrilha Digital!
Marcelo Zenga na imasters.uol.com.br
Publicidade: YouTube x TV
quarta-feira, 29 de julho de 2009Fonte updateordie.com
Como seria se o homem chegasse hoje à Lua?
quarta-feira, 29 de julho de 2009Imagina se homem chegasse hoje à Lua, como seria?
As várias mídias, as novas formas de transmissão de dados, a velocidade da informação… tudo isso contribuiria para uma cobertura gigantesca do feito.
Abaixo segue um vídeo desenvolvido pela Slate V que mostra uma idéia de como seria isso nos dias de hoje.
Web cresce 21% em publicidade
segunda-feira, 27 de julho de 2009
A internet foi o canal de mídia que obteve o maior crescimento nos primeiros seis meses de 2009 com 21% e faturamento de R$ 784,6 milhões. No mesmo período do ano passado o total foi de R$ 649,3 milhões.
Apesar do alto faturamento da internet, a televisão ainda lidera o segmento com R$ 15,042 bilhões de investimentos em mídia no Brasil. Esse valor conta com os Pedidos de Inserção (PIs) do primeiro semestre deste ano. A participação das emissoras aumentou chegando a 54%, no ano passado era de 50% com R$ 13,378 bilhões. As TVs cresceram 12%.
Com R$ 177,1 milhões de investimento, no mesmo período do ano passado o valor era de R$ 170,7 milhões, a internet chegou a 3% de market share, acima do cinema que ficou com apenas 1%.
No segundo lugar aparecem os jornais com R$ 6,3 bilhões. O faturamento é menor do que o apontado no ano passado (R$ 6,9 bilhões) com 26%. As revistas ficaram com 8% do share com R$ 2,262 bilhões em 2009, acima do valor do ano passado (US$ 2,243 bilhões). Juntamente com as publicações impressas, as TVs pagas chegaram 8% com R$ 784,6 milhões.
A participação do rádio aumentou sua participação para 5% e R$1,2 bilhão de faturamento. O outdoor caiu de R$ 32 milhões para R$ 26 milhões.
No ranking do Ibope Monitor, as Casas Bahia lideram entre os anunciantes com R$ 1,48 bilhão no primeiro semestre, valor maior do que registrado no passado (R$ 1,407 bilhão). Em segundo está a Unilever, mantendo o posto de 2008, apesar da queda do investimento de R$ 874 milhões para R$ 808,2 milhões neste ano, registrando uma queda de 32% nas verbas de mídia para higiene e beleza.
O terceiro lugar ficou com a Ambev com R$ 467,5 milhões, acima do total do ano passado (R$ 311,8 milhões), em 4º está a Caixa Econômica Federal com R$ 409,3 milhões, que subiu duas posições (R$ 267,6), depois, no 5º lugar aparece a Fiat com 371,5 milhões, antes a montadora tinha registrado R$ 275,2 milhões. A Hyundai aparece em 6º com R$ 258,2 milhões, resultado melhor do que em 2008, quando ocupou a 15ª posição. A TIM também cresceu do 27º lugar com R$ 125,1 milhões, chegou em 7º com R$ 255,6 milhões.
O maior investimento publicitário do país ficou com a praça de São Paulo com 30% de share e R$ 8,3 bilhões. No ano passado, o volume foi de R$ 8 bilhões. O total nacional, que abrange internet, revistas, TVs pagas somou R$ 4,9 bilhões com 18% de share.
Em terceiro lugar ficou o Rio de Janeiro com R$ 3,6 bilhões. Neste ano, a praça de Vitória começou a participar da pesquisa com investimentos publicitários e também a quantidade de GRPs (Gross Rating Points). A cidade apresentou R$ 316 milhões de faturamento com 1% de share.
Campanha - Rodízio Matsuri
quarta-feira, 8 de julho de 2009O Restaurante Matsuri lançou nesta terça-feira (07/07) seu rodízio de comida oriental.
A Napse Design & Propaganda desenvolveu a campanha utilizando 3 formas de mídias: outdoor, impressa e rádio.
No outdoor o conceito utilizado foi da quantidade e variedade do Rodízio Matsuri.
Na mídia impressa foram utilizados postais, com a mesma arte do outdoor, adaptada, com um cartão fidelidade para criar um vínculo com o cliente.
Para a rádio foi desenvolvido um spot, que está sendo veiculado na Jovem Pan Fm e Folha Fm.
Em um ano, Governo gasta R$ 1 bilhão com propaganda
sexta-feira, 12 de junho de 2009
O Governo é o maior anunciante do país: em um ano, gastou R$ 1 bilhão com anúncios publicitários. A informação foi divulgada nesta terça-feira por Ottoni Fernandes Jr, secretário executivo da Secretaria da Comunicação de Governo (Secom), na conferência da Câmara sobre liberdade de imprensa.
Segundo informa o jornal O estado de S.Paulo, R$ 700 milhões são destinados às campanhas de mercado, com forte participação dos estatais Petrobras, Banco do Brasil e Caixa. R$ 200 milhões vão para a utilidade pública e R$ 105 milhões para campanhas institucionais.
Ottoni Jr explica que o Governo trabalha com o princípio da mídia técnica. Ou seja, a escolha do destino da verba leva em conta circulação ou audiência. “Só o jornal da CUT tem 450 mil exemplares por semana.” Citou ainda que os grandes jornais cresceram 2% nos últimos anos, enquanto os populares chegaram a aumentar 121,4%.”, reporta o Estadão.
Júlio Ribeiro, da Agência Talent, e Judith Brito, presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e diretora da Folha de S. Paulo, também estiveram presentes no evento. Ambos criticaram o esforço do Congresso em regulamentar a propaganda, ignorando o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar).
Extraído do adnews.com.br
Vale a pena ver de novo: Prometeus - The Media Revolution
sexta-feira, 12 de junho de 2009Este é um vídeo que já foi postado há algum tempo no youtube, produzido pela empresa italiana CasaLeggio Associati.
O vídeo retrata uma visão do futuro da Mídia e da Convergência que a internet está trazendo.
Muito interessante, vale a pena assistir.
Comunidades online e redes sociais (parte II)
segunda-feira, 25 de maio de 2009Continuação da conversa sobre mídias sociais com Rene de Paula Jr. da Microsoft e Emerson Calegaretti do MySpace Brasil no 11° Braincast TV.
Nessa segunda parte eles falam um pouco sobre a humanização da marca no Twitter, métricas para mídia social, a morte - ou não - do banner e MySpace, entre outros.
Confira a primeira parte aqui.
Internet, TV, rádio e jornais se complementam
quinta-feira, 21 de maio de 2009É muito claro que a tecnologia vem quebrando barreiras e encurtando distâncias. Ela também popularizou a comunicação, principalmente a comunicação entre os meios, ou melhor, ela integrou os meios de comunicação.
O rádio, por exemplo, que começou no Brasil em 1893, com o passar do tempo, e o auxílio da tecnologia, ele foi aprimorando suas transmissões e conquistando o seu espaço.
Depois, veio a televisão, que nada mais era do que um rádio com um dispositivo que produzia uma imagem em uma única cor, que também foi se aperfeiçoando e chegou onde está hoje, em alta definição. É importante lembrar que a TV não roubou a cena do rádio, cada um criou a sua própria característica e manteve o seu público fiel.
Depois veio a internet, que supostamente roubaria todos os holofotes e atenções. Mas, ao contrário do que todo mundo pensou, ela foi uma difusora de novas formas de comunicação, integrando o rádio, a televisão e outros meios, ajudando-os a evoluir.
Hoje, as grandes emissoras têm a sua programação na rede, atualizada diariamente, em tempo real. Os sites das rádios até oferecem acesso a programação ao vivo e o usuário se transforma em ouvinte. E os jornais e revistas? Assim como acontece em outros meios de comunicação, eles também estão integrados com a internet, oferecendo o conteúdo online.
Com os portais, outro importante meio de comunicação, a integração com outros elementos também acontece. Hoje, já temos diversos sites que disponibilizam vídeos e Podcasts aos usuários, com conteúdos exclusivos. Temos também muitos serviços que permitem baixar e publicar vídeos em alta definição para assisti-los no próprio computador.
Isso significa que a internet irá substituir os meios de comunicação? Jamais! A tecnologia irá ajudar a alavancar ainda mais todos os ambientes, pois eles interagem entre si, um ajuda e complementa o conteúdo do outro, por isso dizem que a matemática é tão perfeita, pois a TV + o rádio + o jornal + a revista = a internet. E se tirarmos a prova real, o resultado será sempre o mesmo, ou seja, pura sinergia.
Aleksandar Mandic na webinsider.uol.com.br
Comunidades online e redes sociais
terça-feira, 19 de maio de 2009Twitter, Orkut, Facebook, MySpace, Meme, Linkdin, Flickr, Digg, Ning, YouTube, Last.FM, blogs, etc e tal. A lista de redes sociais não acaba. Algumas passam a fazer parte da vida de muita gente, com repercussão mundial e influenciando a mídia, muitas outras caem no esquecimento e somem.
Afinal, qual é o papel dessas redes no nosso cotidiano? Que diferença elas fazem para as pessoas e para as marcas? Será que precisamos estar presentes em tudo ao mesmo tempo? É o que foi discutido na 11ª edição do Braincast TV, com Emerson Calegaretti do MySpace Brasil e Rene de Paula Jr. da Microsoft.
Confira o vídeo:
Extraído do brainstorm9.com.br








