Posts com a Tag ‘Marketing’

Feira de Marketing Promocional

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O AdnewsTV esteve na maior feira de marketing promocional do Brasil, a Brazil Promotion.

adnews.com.br

Guerrilha Digital

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Muito tem se falado sobre Marketing de Guerrilha como se o conceito que já era tema de livro de Jay Conrad Levinson, em 1982, fosse a panacéia para a crise que reduziu o orçamento de marketing das empresas, mas aumentou a cobrança por resultados. De fato parte da solução pode estar inserida no contexto de guerrilha, desde que se tenha conhecimento profundo do terreno e do alvo, com objetivos bem definidos e conjugando diferentes maneiras de abordá-lo, para a maior eficácia de impacto possível.

No cenário atual de revolução de hábitos e tecnologias e com os avanços do consumo de mídia em mobilidade, em breve esqueceremos as segmentações habituais da mídia em canais, veículos e aspectos sócio-demográficos como conhecemos hoje. Tudo será visto, transmitido e consumido por meio de uma tela interativa, não importa em que lugar ela esteja: no celular, na sala de estar, no carro ou no escritório, levando a guerra pelo consumidor para além das fronteiras da mídia tradicional.

A evolução da Internet, a pluralização das mídias e as novas ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, se utilizadas de forma combinada, são uma trilha direta para quem quer atingir o novo consumidor, a custos cada vez mais acessíveis. Os smartphones, por exemplo, serão 48 milhões na América Latina até 2014, segundo estudo divulgado recentemente pela Pyramid Research, e sabe-se que terão uma presença cada vez maior entre o público jovem e a classe C.

Essa tendência reforça o crescimento do mobile marketing, que já começou a transformar o dispositivo móvel em uma poderosa ferramenta para interação com o consumidor. Não é à toa que este mercado deve movimentar 24 bilhões de dólares no mundo até 2013, de acordo com pesquisa da ABI Research.

Soluções inovadoras e eficientes, hoje, passam obrigatoriamente pela busca do consumidor em seus hábitos de navegação na Internet, na pesquisa das novas relações de consumo e no uso relevante e responsável das novas mídias digitais. Quem busca resultados hoje adequa sua linguagem ao público e à pluralidade dos meios em campanhas com as mal exploradas mídias móveis, explora o universo de mídias sociais que já são uma realidade no país, cria tendências, mede tudo que faz na Internet, monitora e altera os rumos das campanhas em tempo real.

Em suma, abandonar de vez o conforto tradicional das ações da mídia convencional, altamente onerosas e nem sempre igualmente eficazes e lançar mão das inúmeras ferramentas cross-media de que dispomos, graças às inovações tecnológicas que o mundo 2.0 nos proporciona, parece ser o novo mantra para o profissional de marketing dos nossos tempos. Bem-vindos todos nós ao mundo da Guerrilha Digital!

Marcelo Zenga na imasters.uol.com.br

História das marcas: como surgiu a Coca-Cola

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A marca Coca-Cola foi criada por Frank Robinson, que também desenhou à mão o logotipo. Robinson era contador e amigo de John Pemberton, que inventou o refrigerante em 1886, nos Estados Unidos. Pemberton era farmacêutico e sua intenção não era exatamente criar um refrigerante, mas sim uma espécie de tônico para combater a dor de cabeça.

Cinco anos depois Pemberton vendeu os direitos de comercialização da Coca-Cola. Quem comprou foi um empresário chamado Asa Griggs Candler. Muita gente diz que Pemberton fez besteira ao vender a fórmula. No entanto, quem entende do assunto, sabe que o sucesso não vem do sabor da bebida em si, mas sim do marketing.

Candler é considerado o grande gênio por trás da Coca-Cola. Foram suas táticas agressivas de propaganda popularizaram a marca. Mesmo assim, ele não era infalível. Até 1894 a Coca-Cola era vendida somente em copos abertos de 237 mililitros, diretamente em pontos comerciais. Foi neste ano que um comerciante chamado Joseph Biedenharn propôs a Candler vender a bebida em garrafas. Candler achou que não faria sucesso e, cinco anos depois, vendeu os direitos de engarrafamento por apenas um dólar.

Após a morte de Candler, seus filhos venderam as fábricas para um grupo de empresários liderados por Ernest Woodruff. Cinco anos mais tarde o filho de Woodruff, Robert, assume a presidência da empresa. Também um gênio do marketing, assim como Candler, ele foi o responsável por popularizar a Coca-Cola no mundo todo.

Marketing Incisivo

Uma das táticas usadas por Woodruff era espalhar o logo da Coca-Cola por todos os eventos possíveis. Ele era adepto de um marketing incisivo. Em uma de suas campanhas, por exemplo, enviou representantes da empresa de porta em porta para instalar um abridor de garrafas de parede, tudo grátis.

Aliás, a chegada da Coca-Cola no Brasil tem a ver com essa ousadia de Robert Woodruff. Durante a Segunda Guerra Mundial ele prometeu que todo soldado americano poderia comprar uma Coca-Cola pelo mesmo preço pago nos EUA (cinco centavos), independentemente de onde ele estivesse. Por isso, com a instalação da base americana em Recife, na mesma época, a bebida chegou ao Brasil para fazer valer a palavra de Woodruff.

O primeiro slogan da marca no Brasil foi “Coca-Cola borbulhante, refrescante, 10 tostões”.

Tinha Coca?

É provável, mas não confirmado, que a primeira fórmula da bebida levasse folhas de coca em sua composição, além de noz de cola e caramelo. Por isso Robinson teria escolhido o nome Coca-Cola, composto pelas duas principais matérias-primas do refrigerante.

Mas por que incluir folha de coca na receita da bebida? Simplesmente porque a folha de coca tem grande eficácia no tratamento de enjôo e dor de cabeça. Basta lembrar que muitos dos habitantes dos Andes mascam a folha para evitar o soroche, mal-estar causado pela altitude. Na época do surgimento da bebida (1886) era comum o uso dos princípios ativos da folha de coca em remédios. Esses são dois dos argumentos que sustentam a possível inclusão dessa planta na fórmula original da Coca-Cola.

Cabe lembrar, mais uma vez, que essa possível inclusão existiria apenas nas primeiras versões da bebida, quando ela ainda tinha fins medicinais.

Atualmente não há no refrigerante nenhum ingrediente relacionado à folha de coca. Na verdade, até mesmo essa informação de que algum dia a fórmula da bebida levou folha de coca é questionável. A própria Coca-Cola não assume.

Existem os que dizem que só a noz de cola fazia parte da fórmula. O termo “coca” teria sido inserido por Robinson simplesmente por ser sonoro e combinar com “cola”.

Curiosidades

1. O termo Coke é um apelido, uma abreviatura da pronúncia em inglês da marca Coca-Cola.

2. A cada dez segundos, 126 mil pessoas consomem um produto da The Coca-Cola Company.

3. Coca-Cola faz mal? Desentope pia? Derrete um prego? Nada disso jamais foi provado.

4. A Sprite foi o segundo refrigerante lançado pela marca, 75 anos depois de sua fundação.

Eduardo Nicholas na webinsider.uol.com.br

Publicidade será mais pessoal apesar de preocupações

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Spam

A publicidade baseada no comportamento dos consumidores chegou para ficar apesar de uma vitória para as organizações de defesa da privacidade na semana passada, quando dois grupos britânicos de telecomunicações abandonaram seus planos de usar uma tecnologia que rastreia o uso da web pelos consumidores.

As administradoras de cartões de crédito e as lojas que oferecem programas de fidelidade conhecem há muito as vantagens de compreender o comportamento de seus clientes, e agora a internet promete a todos os anunciantes a possibilidade de colocar anúncios junto aos consumidores certos.

A publicidade comportamental, ou seja, direcionar anúncios aos consumidores certos com base em suas atividades na internet, tem imenso potencial não só para os anunciantes mas para os usuários, que poderiam evitar publicidade irrelevante e incômoda.

“Do ponto de vista do usuário de internet… eles desejam mais privacidade, com mais proteção, mas, isso posto, também gostam da ideia de publicidade menos irrelevante”, disse o analista Ian Maude, do grupo de pesquisa britânico Enders Analysis.

As soluções para esse dilema podem estar em formas menos invasivas de acompanhar o comportamento do consumidor, mais transparência e formas mais claras de permitir que os consumidores que quiserem escolham ficar fora desse rastreamento.

Tecnologias que acompanham os usuários apenas em sites específicos, como o sistema de recomendações da Amazon.com, que sugere livros ou música com base em seleções anteriores do comprador, é muito mais palatável, e os consumidores a recebem de forma até positiva.

Os percalços de métodos mais agressivos foram demonstrados na semana passada, quanto a BT e a Carphone Warehouse abandonaram o sistema da Phorm, uma empresa de publicidade online, depois que surgiram preocupações quanto a privacidade e ameaças de ação por parte da União Europeia.

A tecnologia da Phorm acompanha cada clique de um usuário na web, por meio de parcerias com provedores de acesso que registram as conexões dos usuários. Isso oferece um perfil completo de atividades que os anunciantes consideram útil, mas incomoda alguns consumidores.

Extraído do adnews.com.br

A Marca como Religião

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Apple

Este post é fruto da tese de MBA em Branding da Paula Warick, da Consultoria Gouvêa de Souza e já foi alvo de reflexão de alguns autores como Martin Lindstrom. Segundo este estudo, há semelhanças entre a relação com marcas e a relação com a religião.

Um dos elementos de aproximação entre marcas e religião é a fé e a crença que os consumidores depositam em marcas que admiram. Sabemos que é por meio da escolha das marcas que os consumidores definem e expressam sua identidade. Outro elemento em comum: algumas marcas são idolatradas e seus  clientes mais fiéis tornam-se defensores apaixonados. Esta idolatria chega ao corpo: há pessoas que tatuam logomarcas de empresas em sua pele, como acontece com a Harley Davidson. Outra característica similar entre marca e religião, marcas possuem líderes carismáticos como o Steve Jobs da Apple ou o Abílio Diniz do Pão de Açúcar. E tanto marcas, quanto religiões possuem expressão importante por meio de símbolos e ícones.

Os símbolos são tão intensos, que algumas marcas até dispensam o uso do nome, como é o caso da Nike. Tanto a religião quanto marcas emblemáticas desenvolvem comunidades como as que vemos no orkut, algumas com puras declarações de amor, outras para cobrar a falta de reciprocidade deste amor .  Ambas possuem templos, afinal de que outra forma definir a loja da Apple na Quinta Avenida em Nova York?  Como as religiões, marcas contam histórias e desenvolvem lendas. Algumas marcas contam histórias, outras estórias..pena. E como a religião, marcas possuem mistérios.

Por exemplo, qual é a fórmula da Coca-Cola ou do fermento do panetone Bauducco?  Existem evangelistas da marca que propagam suas novidades e acompanham o que acontece o tempo todo. Porque amam o que a marca faz. É.. este é um fato, há amor, paixão e reverência entre algumas pessoas e suas marcas. Nem sempre correspondido. O fato é que  nenhuma marca consegue dar  sentido à vida ou preencher o vazio imenso que muitos sentem na atualidade e o expressam por meio de consumo desenfreado. O pior é que algumas religiões também não.

Beth Furtado na mundodomarketing.com.br

Não menospreze o poder da rede!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Não há a menor dúvida que a “bola da vez” na internet são as “redes sociais”. Só se fala nisso. É a tal web 2.0 com seus ícones de sucesso como o MySpace, o Facebook, o Orkut, e agora, mais do que nunca, o Twitter. Ainda é difícil dizer o que é moda e o que realmente deverá permanecer por algum tempo. Por falar nisso, lembram-se daquele site, como é mesmo o nome dele? Aquele jogo, ahh… o Second Life? Pois é, esse é um exemplo de que algumas febres passam logo.

Sobre o Twitter - serviço que permite que as pessoas acompanhem mensagens de no máximo 140 caracteres, ou “tweets”, de amigos ou celebridades - uma recente pesquisa da Nielsen Online indica que aproximadamente 60% dos usuários declinam após o primeiro mês de uso, o que torna o crescimento dessa rede bastante limitado. Existe há mais de três anos e hoje ele tem por volta de 10 milhões de usuários no mundo todo, mas pode-se dizer que só cresceu depois que celebridades começaram a utilizá-lo e divulgá-lo, como o então candidato Barak Obama e a apresentadora americana Oprah Winfrey.

Além dessa questão do modismo, há outro ponto a ser analisado com muito cuidado pelas empresas que se preocupam em aprender a utilizar as redes sociais. É importante identificar a melhor forma de fazê-lo, por exemplo, buscando estar próximas dos seus consumidores e do seu público formador de opinião, mas por outro lado, também é fundamental orientar sua própria equipe acerca dos perigos que a rede pode causar quando utilizada de forma ingênua ou por má fé, pelos próprios funcionários, ou, quem sabe, por seus concorrentes…

Há empresas que fizeram sua incursão de forma bastante saudável, como o exemplo da Nike, com o lançamento do Nike Plus que, embora não seja um fato novo, é sempre bom citá-lo como caso, bem-sucedido, de criação de comunidade. Há ainda exemplos mais próximos, como a loja de esportes Centauro, que recentemente lançou sua comunidade oficial no MySpace como plataforma para divulgar seu projeto “Ritmos”, e quem sabe, fortalecer sua marca.

Estudos apontam que 57% dos varejistas listados na ‘Top 500 Internet Retailer’ estão no Facebook e que 41% desses estão presentes, ou foram pesquisados, no YouTube, além de centenas deles no MySpace, entre outros.. Enfim, mesmo que a empresa prefira não se manifestar sobre o assunto é importante que ela saiba que algo já deve estar acontecendo com sua marca na rede, independentemente da sua vontade. É como aquela história: eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!

Sandra Turchi na mundodomarketing.com.br

5 passos para o sucesso em marketing segundo Philip Kotler

quinta-feira, 25 de junho de 2009

philip-kotler

Chegue sem ser pego pelo radar

A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisível por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.

Conheça seu cliente

Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo específico de mercado.

Tenha sua estratégia de branding

Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. Deveríamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.

Permaneça à frente da concorrência

O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?”

Crie uma experiência

De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiência”. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.

Fórum Mundial de Vendas & Marketing com Philip Kotler dias 18 e 19 de agosto em São Paulo. Mais informações aqui.

Fonte: br.hsmglobal.com

Marcas constroem relacionamento digital

terça-feira, 9 de junho de 2009

A chegada das ferramentas de comunicação on-line trouxe com elas uma série de termos e palavras técnicas, mas muitos resultados práticos. Hoje, o Brasil conta com 60 milhões de usuários e uma penetração equivalente a menos da metade da população.

A média de crescimento mostra que no Brasil o acesso fora de casa é maior e a penetração já atinge as classes menos favorecidas. Tanto no trabalho quanto em Lan Houses, a taxa de crescimento em dois anos na classe E é de 500%, segundo Julien Turri, CEO da Hi-Mídia. “Na internet o usuário vai até a marca através de URL, busca, recomendação, e-mail, publicidade e impressão off-line”, diz Turri.

De acordo com o CEO da Hi-Mídia, mesmo com a marca na internet, é possível que a empresa fique invisível no ambiente on-line. “Se um usuário procurar uma empresa na internet e não achar o site, ela está invisível. Isto é relevante porque 68% dos usuários na web só acessam a primeira página do Google e se não for a que ele procura ele buscará outro termo”, afirma.

A construção de uma marca se inicia quando o usuário acha a empresa através da publicidade, entre outras formas on e off-line. Após a explosão de sites em 1996, todos se tornaram um veículo de mídia potencial. “Em comunidades verticais e sites de mensagens instantâneas o usuário passa 70% do tempo em que fica conectado. Nos seis maiores portais do país eles ficam em média 20%. Já em buscadores eles passam 5% do tempo”, conta Julien Turri.

Como tática de mídia, é necessário que as empresas criem objetivos e diretrizes, selecione veículos potenciais, tenha opções de target, definição de posicionamento, além de negociação e critérios de sucesso. Outra possibilidade que a internet oferece é o planejamento de mídia on-line, onde a marca pode avaliar o nível de exposição e a freqüência de mensagens. A segmentação on-line pode ser feita através de sexo, idade, região, hábito de consumo, banda larga, computador, perfil de navegação, entre outras.

A aproximação da empresa com seu usuário e cliente é mais fácil pela internet, porém existe a possibilidade dele falar bem ou mal da empresa. “Se o usuário pode reclamar, a empresa pode e deve escutá-lo”, diz Turri. Segundo ele, o mundo on-line está se tornando indispensável para empresas e consumidores.

Thiago Terra no mundodomarketing.com.br

Imediatismo na propaganda!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O que mais tem marcado a atividade da propaganda na atualidade é o imediato resultado que as ações devem provocar no consumidor.

Ao contrário do passado, quando o fator tempo nem sempre era a maior prioridade dos anunciantes, hoje a publicidade exige, na maioria das vezes respostas mais rápidas, sob pena da troca das peças e até da estratégia de mídia e comunicação durante a própria veiculação da campanha.

É a fase do “two way communication”, ou seja, a resposta do consumidor simultânea ao envio da informação publicitária.

Uma espécie de via de mão dupla!

Tudo é devidamente monitorado: a qualidade da veiculação publicitária, o nível de impacto provocado, reações, enfim, a manifestação do consumidor diante das mensagens publicitárias.
Afere-se a estratégia de mídia adotada para a marca, a aceitação da plataforma criativa e a interação com as peças publicitárias, o planejamento estratégico, e, claro, o efeito provocado no consumidor.

Tudo deve funcionar integrado e em sintonia, de acordo com os objetivos determinados no planejamento da marca, sem sustos, enganos ou frustrações.

Afinal, a intensa competição mercadológica instaurada no mundo globalizado em que vivemos raramente aceita resultados negativos.
Especialmente no universo do marketing e da comunicação.

Ângelo Franzão na midialização.com.br

Uma breve história sobre o Marketing

terça-feira, 2 de junho de 2009

Abaixo segue um vídeo que conta um pouco sobre a história do marketing. Bem simples, mas transmite uma mensagem interessante.

A influência das marcas no nosso dia-a-dia

terça-feira, 26 de maio de 2009

Alessandra C. S. Tussi, especialista em marketing da ESPM, postou em seu site uma matéria comentando sobre as marcas que convivemos no dia-a-dia.

Ela anotou todas as marcas que, de alguma forma, ela se envolveu durante um dia inteiro.

O resultado é bem interessante.

Marcas dia-a-dia

Fonte: www.justale.com.br

Social Media Brasil

sexta-feira, 15 de maio de 2009

socialmedia

Marque em sua agenda, os dias 5 e 6 de junho, pois chega à São Paulo o Social Media Brasil, um evento 100% dedicado ao marketing em redes sociais, conhecido também como Social Media Marketing (SMO).

O foco principal do evento está na geração de conhecimento sobre táticas para redes sociais e na importância de mensurar e buscar resultados efetivos para os clientes. Não é um evento de nível básico, onde serão definidos assuntos como “O que é social media?”. É importante que o participante conheça, pelo menos, os fundamentos desta área e, mais importante, que o interessado atue direta ou indiretamente na criação de estratégias. Este é um evento feito para quem coloca a mão na massa em agências, portais, clientes finais e empresas engajadas na mídia social. Portanto, o foco está mais voltado ao operacional e tático.

Serão mais de 14 palestras e painéis num total, onde atuarão mais de 20 profissionais da área de mídias sociais do Brasil. Em seus dois dias, o evento promete focar no conteúdo exclusivo e relevante em primeiro lugar, através das discussões e da experiência de todos os profissionais envolvidos no evento.

Mais informações e inscrições no site do evento.

Mercado exige profissionais multidisciplinares

terça-feira, 12 de maio de 2009

O profissional de marketing hoje em dia necessita ser cada vez mais multidisciplinar e acompanhar tendências não apenas no segmento em que atua, o que inclui observar a concorrência, mas também em outros mercados. Além disso, precisa enfrentar os efeitos da crise, como o corte na verba de Marketing, e saber lidar com pressão de fazer mais com menos, incluindo atuação em novas mídias. Essas são algumas das afirmações de profissionais do setor.

“Antes se falava em 4 P’s, hoje os P’s são infinitos, não tem limite. O profissional tem que ser dinâmico, informado, observar o que acontece aqui dentro, lá fora e trazer coisas novas. Marketing bom é aquele que traz resultado”, conta Célio Ashcar, sócio-diretor da Mix Brand Experience e vencedor na categoria Profissional de Marketing Promocional do Ano entregue no 26º Prêmio Promoção Brasil.

O executivo credita a homenagem a uma estratégia de comunicação que não segue rótulos pré-definidos. Para ele, é isso que o mercado está demandando: soluções ágeis, novas e diferenciadas para poder atrair o consumidor. Para isso, é necessário um profissional de Marketing que entenda de tudo um pouco.

Marketing Promocional e Digital são áreas promissoras
O Marketing Promocional é a área vista como uma das mais promissoras atualmente. “Mídias tradicionais, como a TV, já não se sustentam mais sozinhas. É preciso uma ação integrada”, diz o sócio-diretor da Mix Brand Experience. “A utilização de mídias diferentes é a atual tendência. Já temos empresas pedindo profissionais que tenham experiência em Mobile Marketing. A posição de gerente de web é outra que percebemos que tem aumentado bastante a demanda”, completa Rafael Vanselow, gerente-executivo da Page Personnel.

Salários manterão estagnados ou cairão
Um efeito imediato da crise já acontece no bolso dos profissionais. Segundo um guia salarial que a Page Personnel apresentará durante o Seminário Marketing 360°, há muitos bons profissionais que ainda não estão empregados, o que acaba baixando a média salarial da categoria.

Buscando experiências diferentes
Mesmo entre aqueles que optam por seguir sua carreira em uma mesma empresa, é possível adquirir experiências diferentes, atuando em áreas diversas de uma mesma companhia ou com novos produtos. “O profissional pode estudar, participar de seminários, acompanhar a concorrência, analisar o mercado, a categoria em que atua, buscar inspirações no Marketing em outros países”, aconselha Ashcar.

Rafael Vanselow, gerente-executivo da Page Personnel, e Antônio Nunes, Doutorando em Gestão na Universidade de Évora, em Portugal, debatem o assunto durante no Seminário Marketing 360º, com data marcada para os dias 4 e 5 de junho no Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro. Esta é a quinta edição do seminário realizado pelo Mundo do Marketing, que conta o patrocínio da TNS InterScience. Informações no site do evento.

Texto de Guilherme Neto na mundodomarketing.com.br