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Conteúdo é o protagonista da era da convergência de mídias

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Pesquisa aponta que consumo cruzado de mídias é uma realidade para as pessoas, que buscam qualidade, e não a quantidade de informação.

A convergência de mídias já é uma realidade na vida das pessoas. Diante desse processo, a qualidade do conteúdo é mais valorizada pelos usuários que a possibilidade de acesso a múltiplos canais de informação. Essa é uma das principais conclusões do estudo “Conectmídia: hábitos de consumo de mídia”, apresentado hoje pelo Ibope durante o MaxiMídia, evento de comunicação organizado pelo Grupo Meio & Mensagem, em São Paulo. O estudo foi realizado entre os dias 24 e 28 de agosto com pessoas com mais de dez anos de idade na região metropolitana de São Paulo. Ao todo, 800 pessoas foram entrevistadas.

Qualidade

Segundo a pesquisa, 81% dos entrevistados se importam mais com a qualidade da informação consumida do que com o local de onde o conteúdo é acessado.

“A plataforma de comunicação em si está se tornando menos relevante no processo de comunicação. O conteúdo é o grande protagonista da era da convergência de mídias, que já é uma realidade na vida das pessoas”, afirma a gerente de marketing do Ibope Mídia, Juliana Sawaia. Assim, transformar em qualidade o excesso de informações é o grande desafio dos veículos de comunicação na contemporaneidade.

O estudo constatou também que 53% dos entrevistados - o índice sobe para 56%  entre as mulheres - se sentem pressionados com a quantidade de informações e tecnologia disponíveis, embora consigam absorver o dilúvio da comunicação, especialmente os jovens com idade até 24 anos.

Tempo escasso

Quando questionados sobre o bem mais escasso na sociedade contemporânea, os recursos naturais surgem em primeiro lugar, com 81% de citações. Em segundo lugar está  saúde (65%) e, em terceiro, o trabalho (56%). Chama atenção de Juliana, no entanto, o índice de 46% registrado para o tempo. 

“Essa percepção de que o tempo passa rápido demais leva a uma busca da individualidade, ao desejo de reservar mais tempo para si próprio, especialmente no caso das mulheres”, afirma Juliana. 

A sensação de que os diais passam mais rápido hoje do que antigamente  é citada por 90% das pessoas. Mais uma vez o índice é maior entre o público feminino (93%), mesma porcentagem observada entre jovens com idade entre 25 e 34 anos.  

idgnow.uol.com.br

Social Media Revolution

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Esse vídeo é bem parecido com um outro já postado aqui no blog (aqui). Fala dos números da internet.

Vai impressionar muita gente que ainda acha que redes sociais são uma besteira.

dica do updateordie.com

Números da Internet no Brasil

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Esse artigo de Maio, aproveitando o dia mundial da internet (17/5), fala um pouco das estatísticas sobre a difusão da internet no Brasil para ressaltar sua importância e o quanto de história ela ainda vai contar.

Em um país de população tão heterogênea de estilos, culturas e regiões, o Brasil destaca-se na rede mundial de internet por uma característica homogênea de seus usuários: a capacidade de se relacionar. Nada mal, então, destacarmos o Orkut, rede social de relacionamentos, que tem os brasileiros como maior porcentagem de usuários: 49%. Dos 54 milhões de internautas, 76% no Brasil utilizam o orkut como ferramenta de relacionamento.

Do total de usuários brasileiros que acessam a internet, 21% possuem mais de 10 anos de idade. Segundo o IBGE, os internautas têm em média 28 anos, rendimento médio mensal domiciliar per capita de R$ 1.000 e escolaridade de 10,7 anos. Os acessos variam de ambientes como: casa (25,5 milhões), trabalho ou centros públicos ou privados. Cada internauta residencial permanece conectado 26 horas e 15 minutos no mês.

Nos últimos quatro anos, a posse de computadores nos domicílios cresceu em média 18% mais rápido que o número de domicílios com conexão à internet, que cresceu 16%. Quando trata-se de formas de acesso, a conexão discada ainda supera a de banda larga. Atualmente, temos 11 milhões de conexões de banda larga no país e 12 milhões de conexões discadas.

Hoje, o Brasil é o sexto país do mundo com o maior número de domínios, somando 1,6 milhão de registros com o final .br. O registro .br era, inicialmente, disponível apenas para empresas, pois o cadastro exigia a inscrição do CNPJ. Hoje, o .br aceita também o CPF, permitindo que pessoas físicas e empresas não registradas adquiram o domínio com .br. O levantamento, feito com 3500 empresas de todos os portes (grande, média e pequena) de todo o país, constata que 53% delas têm website, mas a maior parte deles é voltado apenas para informações institucionais. Apenas 13% das corporações, por exemplo, utilizam os seus sites para efetivar pagamentos de transações.

O comércio eletrônico no Brasil está em boa fase. Em 2008, a internet movimentou mais de 8 bilhões de reais, ocasionando um crescimento de 30% em relação a 2007. Mais de 13 milhões de pessoas no Brasil já compraram ao menos uma vez pela internet.

Mesmo com a crise, estima-se que em 2009 as empresas faturem 4 bilhões e meio de reais no primeiro semestre deste ano, 20% a mais que o mesmo período no ano passado. Um dos fatores para esse aumento se deve ao crescimento de usuários na internet. Em 2009 a previsão é de um crescimento de 20% no número de pessoas que compram pela internet. Em relação ao perfil dos compradores virtuais, as mulheres representam 51% dos consumidores e em 2008 a classe C foi responsável por 42% de todas as compras. Dois fatores contribuíram para esse crescimento: possibilidade de comparação de preços e parcelamento.

A análise dos dados permite-nos construir previsões para o futuro da internet no Brasil. Mensurar valores e porcentagens pode ser difícil em um mundo em que a globalização (mais evidente por causa da conexão através da internet) permite que qualquer fator gere turbulências econômicas, como por exemplo o que ocorreu com a famosa “crise”. Os dados principalmente sobre o crescimento do comércio eletrônico apontam um  significativo aumento das vendas pela internet, maior do que em 2008. Investir na internet está se tornando uma das melhores ferramentas, ou se não a melhor, para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo.

Bruna Pires Lopes na imasters.uol.com.br. Neste link do post original há todas as fontes utilizadas para as estatísticas apresentadas no texto.

Guerrilha Digital

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Muito tem se falado sobre Marketing de Guerrilha como se o conceito que já era tema de livro de Jay Conrad Levinson, em 1982, fosse a panacéia para a crise que reduziu o orçamento de marketing das empresas, mas aumentou a cobrança por resultados. De fato parte da solução pode estar inserida no contexto de guerrilha, desde que se tenha conhecimento profundo do terreno e do alvo, com objetivos bem definidos e conjugando diferentes maneiras de abordá-lo, para a maior eficácia de impacto possível.

No cenário atual de revolução de hábitos e tecnologias e com os avanços do consumo de mídia em mobilidade, em breve esqueceremos as segmentações habituais da mídia em canais, veículos e aspectos sócio-demográficos como conhecemos hoje. Tudo será visto, transmitido e consumido por meio de uma tela interativa, não importa em que lugar ela esteja: no celular, na sala de estar, no carro ou no escritório, levando a guerra pelo consumidor para além das fronteiras da mídia tradicional.

A evolução da Internet, a pluralização das mídias e as novas ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, se utilizadas de forma combinada, são uma trilha direta para quem quer atingir o novo consumidor, a custos cada vez mais acessíveis. Os smartphones, por exemplo, serão 48 milhões na América Latina até 2014, segundo estudo divulgado recentemente pela Pyramid Research, e sabe-se que terão uma presença cada vez maior entre o público jovem e a classe C.

Essa tendência reforça o crescimento do mobile marketing, que já começou a transformar o dispositivo móvel em uma poderosa ferramenta para interação com o consumidor. Não é à toa que este mercado deve movimentar 24 bilhões de dólares no mundo até 2013, de acordo com pesquisa da ABI Research.

Soluções inovadoras e eficientes, hoje, passam obrigatoriamente pela busca do consumidor em seus hábitos de navegação na Internet, na pesquisa das novas relações de consumo e no uso relevante e responsável das novas mídias digitais. Quem busca resultados hoje adequa sua linguagem ao público e à pluralidade dos meios em campanhas com as mal exploradas mídias móveis, explora o universo de mídias sociais que já são uma realidade no país, cria tendências, mede tudo que faz na Internet, monitora e altera os rumos das campanhas em tempo real.

Em suma, abandonar de vez o conforto tradicional das ações da mídia convencional, altamente onerosas e nem sempre igualmente eficazes e lançar mão das inúmeras ferramentas cross-media de que dispomos, graças às inovações tecnológicas que o mundo 2.0 nos proporciona, parece ser o novo mantra para o profissional de marketing dos nossos tempos. Bem-vindos todos nós ao mundo da Guerrilha Digital!

Marcelo Zenga na imasters.uol.com.br

Veja como seria o apple.com se ele existisse em 1983

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Se você já se perguntou como seria o site da Apple há 26 anos, confira aqui:

Apple 1983

Trata-se de uma brincadeira criada por Dave Lawrence, que mescla elementos do site atual com a realidade de 1983.

Curiosidades da época em posts do MacMagazine:

  • Naquele ano, Steve Jobs anunciou e mostrou em uma keynote o famosíssimo comercial 1984, usado pela Apple para o lançamento do Macintosh (que aparece ali no canto inferior direito da screenshot, em “projetos futuros”)
  • Em janeiro de 1983 a Apple lançou o Lisa, em destaque no topo do site fictício
  • Um Apple II rodou, em 1983, a primeira versão do Windows desenvolvida pela Microsoft
  • Foi num evento da Apple em 1983 que Steve Jobs apresentou o hilário “Macintosh Software Dating Game”

macmagazine.uol.com.br

Publicidade será mais pessoal apesar de preocupações

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Spam

A publicidade baseada no comportamento dos consumidores chegou para ficar apesar de uma vitória para as organizações de defesa da privacidade na semana passada, quando dois grupos britânicos de telecomunicações abandonaram seus planos de usar uma tecnologia que rastreia o uso da web pelos consumidores.

As administradoras de cartões de crédito e as lojas que oferecem programas de fidelidade conhecem há muito as vantagens de compreender o comportamento de seus clientes, e agora a internet promete a todos os anunciantes a possibilidade de colocar anúncios junto aos consumidores certos.

A publicidade comportamental, ou seja, direcionar anúncios aos consumidores certos com base em suas atividades na internet, tem imenso potencial não só para os anunciantes mas para os usuários, que poderiam evitar publicidade irrelevante e incômoda.

“Do ponto de vista do usuário de internet… eles desejam mais privacidade, com mais proteção, mas, isso posto, também gostam da ideia de publicidade menos irrelevante”, disse o analista Ian Maude, do grupo de pesquisa britânico Enders Analysis.

As soluções para esse dilema podem estar em formas menos invasivas de acompanhar o comportamento do consumidor, mais transparência e formas mais claras de permitir que os consumidores que quiserem escolham ficar fora desse rastreamento.

Tecnologias que acompanham os usuários apenas em sites específicos, como o sistema de recomendações da Amazon.com, que sugere livros ou música com base em seleções anteriores do comprador, é muito mais palatável, e os consumidores a recebem de forma até positiva.

Os percalços de métodos mais agressivos foram demonstrados na semana passada, quanto a BT e a Carphone Warehouse abandonaram o sistema da Phorm, uma empresa de publicidade online, depois que surgiram preocupações quanto a privacidade e ameaças de ação por parte da União Europeia.

A tecnologia da Phorm acompanha cada clique de um usuário na web, por meio de parcerias com provedores de acesso que registram as conexões dos usuários. Isso oferece um perfil completo de atividades que os anunciantes consideram útil, mas incomoda alguns consumidores.

Extraído do adnews.com.br

Redes sociais são um bom negócio

quinta-feira, 16 de julho de 2009

As vantagens que a internet oferece são inúmeras e a Tecnologia da Informação propaga este conhecimento rapidamente, criando novos cenários virtuais. As pequenas empresas podem se utilizar destes cenários e tirar proveito para os seus negócios. As redes sociais são uma destas vantagens da rede, que podem trazer retorno em divulgação e clientes para sua empresa.

Redes sociais são formas de interação entre pessoas que compartilham ideias, opiniões, sentimentos e amizades através de ferramentas computacionais utilizadas na web. Os vínculos entre os integrantes das redes são formados através de laços sociais, tais como interesses e afinidades, permitindo ao indivíduo aceitar ou não as solicitações de interação.

Diversas são as ferramentas e sites que promovem as redes:
- Sites de relacionamentos como o Orkut e o Twitter - Permitem a conexão entre os participantes, bem como os relacionamentos entre eles e as comunidades por interesses mútuos. Os participantes utilizam ferramentas de interação como fóruns, chats e blogs.
- Comunidades virtuais - Trata-se de um grupo de pessoas que estabelecem entre si relações sociais. Os participantes do grupo permanecem um tempo suficiente para que possam constituir um corpo organizado, através da comunicação mediada por computador (Wikipédia).
- Blogs - Estabelecem-se como redes sociais na medida em que também possuem listas de amigos, que são os autores de outros blogs, e proporcionam muitas conexões sociais entre as pessoas que ali interagem (Wikipédia). O “dono” do blog pode emitir opiniões sobre diversos assuntos e receber comentários de diversos leitores.

As pequenas empresas podem planejar estratégias de marketing para divulgar serviços, produtos e até relacionar-se com o cliente nas redes sociais. As vantagens são o baixo custo de infraestrutura, demanda focalizada (pois se pode anunciar nas comunidades de interesse específico), atendimento personalizado a cada cliente e, principalmente, a interatividade com o público-alvo.

Outro ponto favorável é o estabelecimento de um canal de comunicação direto com o cliente através do uso das ferramentas de redes sociais, que permitem “escutar” as reclamações e opiniões, verificando suas necessidades e, principalmente, tratando-o como único e não como mais um consumidor.

A internet vem evoluindo rapidamente, em especial no que diz respeito à interatividade, à facilidade em seu manuseio e à implementação de novas ferramentas nas redes sociais.  Isso tudo garante que sua utilização estará cada vez mais presente em todos os processos empresariais.

Marcelo Okano na pcmag.uol.com.br

Site recria missão Apollo 11 em tempo real

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Neil Armostrong/NASA

No dia 20 de julho de 1969, Neil Armstrong entrou para a história como o primeiro homem a pisar na Lua.

A veracidade das imagens divulgadas na data para o mundo ainda é contestada por muitos, mas fato incontestável é que, por causa daquele pequeno passo dado na superfície lunar, a Terra parou para admirar o céu. Ou melhor, a tela de um aparelho de TV. Agora, quarenta anos depois, será possível reviver essa experiência por meio de outra tela: a do computador.

A biblioteca e museu presidencial John F. Kennedy irá disponibilizar, a partir de quinta feira, toda a missão Apollo 11 recriada em tempo real. A data escolhida, 16 de julho, é a mesma do lançamento da missão quatro décadas atrás.

O site We Choose The Moon, ou “nós escolhemos a Lua”,  irá mostrar a rota da nave desde o momento em que ela deixa a Terra até a caminhada de Armstrong. Os visitantes poderão seguir no Twitter as mensagens entre a torre de controle e a cápsula e se cadastrar para receber um alerta de e-mail quando o módulo lunar aterrissar.

Animações também recriam os principais eventos dos quatro dias da missão, incluindo a órbita da espaçonave na Lua e a separação do módulo lunar do restante da nave. Também há vídeos, fotos e até mesmo trechos das transmissões de rádio efetuadas entre os astronautas Edwin Aldrin, Michael Collins e Neil Armstrong e os controladores da NASA.

O nome do site remete ao presidente americano John Kennedy, assassinado seis anos antes do lançamento da Apollo 11.  Em 1961, ele estabeleceu a meta de chegar à Lua até o fim da década e, no ano seguinte, fez um discurso que dizia: “Nós escolhemos ir à Lua nesta década, e fazer também as outras coisas, não porque elas sejam fáceis, mas porque são difíceis, porque a meta servirá para organizarmos e medirmos o melhor de nossas energias e habilidades, porque esse desafio é um que queremos aceitar, que não iremos adiar e que vamos vencer”.

Caso ainda não tenha se decidido se acredita ou não na história e queira dar mais uma olhada nos eventos, o We Choose the Moon iniciará a transmissão às 8h02 da manhã de quinta (16/07), ou 9h02 no horário de Brasília - exatamente 90 minutos antes do horário original de partida da Apollo 11. Quem acessar agora verá que a contagem regressiva já começou…

Extraído do info.abril.com.br

O amadurecimento do Comércio Eletrônico

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O e-commerce mundial está amadurecendo. Alguns sinais nos mostram que os empreendedores digitais estão se profissionalizando e profissionalizando a sua equipe. Outros indicam claramente que só a loja virtual não basta para atingir o público e concretizar uma venda. Desde o início do comércio eletrônico, várias ferramentas surgiram para divulgar o seu produto de maneira eficaz, como comparadores de preço, links patrocinados, SEO, mas é agora que o assunto está alcançando um lugar de destaque no planejamento.

Os sistemas oferecidos estão caminhando para um nivelamento entre os concorrentes, todos possuem capacidade igual de:

  • Apresentar o produto
  • Calcular preços, descontos e frete
  • Carrinho de compras e lista de desejos
  • Newsletter / Email Marketing
  • Pesquisa direta ou por categoria
  • Selos de segurança
  • Tipos de pagamento variados
  • Oferecer produtos relacionados

Então, todo o mercado de varejo a diferenciação estará no serviço prestado ao cliente, ou seja, a experiência do cliente antes, durante e depois da compra.

Outro indício de amadurecimento da área é a quantidade de informação que é disponibilizada todo dia. Eu acompanho as notícias e os assuntos relacionados diariamente e vejo que cada vez mais pessoas se propõem a estudar o e-commerce no Brasil e no resto do mundo. Isso ajudará a acabar com o mito da falta de segurança no processo. O brasileiro não é tão desconfiado mas, quanto se trata de perder dinheiro, todos nós possuímos ressalvas. Porém, o que mais ouço dos profissionais de segurança é que é mais seguro utilizar um banco pela internet do que ir na agência… Não demorará muito para que o grande público perceba isso.

Portanto, é de responsabilidade das lojas virtuais e outros empreendimentos on-line ensinar o internauta a utilizar de maneira eficaz os recursos que a rede nos disponibiliza, devemos formar os nossos heavy users, o campo no Brasil é vasto e povo brasileiro adora novidades.

Roberto de Jesus Oliveira na imasters.uol.com.br

Base de domínios na internet ultrapassa os 180 milhões

quinta-feira, 9 de julho de 2009

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Estudo aponta crescimento de 12% no número de novos domínios no 1º tri em relação a 2008. Brasil tem 542 mil registros .com e .net.

A base de domínios registrados na internet ultrapassou os 180 milhões no primeiro trimestre deste ano, afirma o Dossiê Sobre a Indústria de Domínios na Internet, divulgado pela VeriSign nesta quarta-feira (8/7).

A base de aproximadamente 183 milhões de nomes de domínios registrados representa um aumento de 3% em relação ao quarto trimestre de 2008 e um aumento de 12% comparado ao mesmo período do ano passado.

Ao longo do primeiro trimestre de 2009, houve uma média de 2,4 milhões de novos registros .’com’ e ‘.net’ por mês. A base total de nomes destes domínios cresceu para 92,4 milhões de nomes registrados, um aumento de 2% em relação ao quarto trimestre de 2008 e um salto de 9% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

Só no Brasil, a base de domínios ‘.com’ e ‘.net’ ultrapassou os 542 mil registros no primeiro trimestre de 2009, o que  representa um aumento de 13% em relação ao primeiro trimestre de 2008 e 78% na comparação com o mesmo período em 2007.

Extraído do idgnow.uol.com.br

Qual o futuro dos portais de conteúdo?

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Durante um bom tempo (anos 90 até os primeiros anos dessa década) os grandes portais da internet brasileira eram vistos como o porto seguro dos usuários: abrangiam uma variedade enorme de assuntos com canais dedicados a diferentes tipos de conteúdo e conseguiam imprimir alguma ordem no caos de informação disponível online.

O Google surgiu e rapidamente se transformou no search engine preferido da rede. Fácil de usar e com grande capacidade de indexação de conteúdo, foi abrindo caminho para que outros sites ou canais alternativos de informação fossem descobertos e passassem a ser utilizados.

Aí então surgiram as iniciativas 2.0. Co-criação, compartilhamento, participação e estabelecimento de redes sociais passaram a nortear os projetos digitais e a formatar a internet da forma como hoje a conhecemos. A partir da disseminação desses conceitos, todos conseguimos nos conscientizar do real poder do meio e da diferença em relação ao modelo anterior.

Os portais investiram para não ficar para trás: possibilidade de criação de blogs, áreas para upload de imagens, uso forte de vídeo. Mas acaba ainda ficando a pergunta: em termos de informação e entretenimento, dada a oferta de soluções web based, de players com ótimas ideias e da facilidade de produção e entrega da informação, o quanto os portais acabam ficando de lado no momento da escolha do usuário? Hoje quando precisamos fazer uma pesquisa é muito mais fácil termos como referência um blog, uma rede de contatos ou site específico do que um portal.

Se pensarmos também em relação a mídia, hoje temos uma possibilidade de pulverização muito maior dos investimentos online, com mais criatividade e com a alocação de recursos buscando sempre uma maior eficácia e retorno. Essa pulverização é o retrato de um novo ambiente digital onde o usuário consome mídia de uma forma diferente, exigindo mais personalização, timing correto, relevância e, até mesmo, a escolha do momento que quer ver um anúncio.

Como se posiciona nesse contexto um portal de conteúdo? Parcerias há tempos já são feitas, mas talvez seja o momento de repensar a forma de atuação em um mercado tão competitivo, buscando maior alinhamento com as tendências da internet e a mudança do perfil dos usuários.

O know how acumulado em anos de operação, o conhecimento da base de usuários e as equipes multidisciplinares envolvidas nos projetos, sem dúvida formam um valioso diferencial para uma eventual remodelação.

Darcio Vilela na webinsider.uol.com.br

Usuários de internet expostos a anúncios gastam mais dinheiro online

terça-feira, 30 de junho de 2009

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Um a cada três usuários de internet visita os sites das marcas apresentadas em anúncios online. A informação é resultado de uma pesquisa conduzida pela empresa de pesquisas comScore e encomendada pelo Online Publisher’s Association (OPA).

O estudo chamado “The Silent Click: Building Brands Online,” (O Clique Silencioso: Construindo Marcas Online) revelou ainda que os usuários gastam 50% mais tempo nos sites das empresas que anunciam em outros sites que a média dos visitantes comuns (que não foram conduzidos por um anúncio). Eles também acessam mais páginas.

Tais usuários, trazidos para o site do anunciante por meio dos anúncios, gastam em média 10% mais dinheiro online que os visitantes diretos e a parte mais significante desse gasto está relacionada às categorias de produto anunciadas, concluiu a pesquisa, acrescentando que o público que visita os sites dos anunciantes é formado pela audiência de maior rendimento.

A pesquisa avaliou 80 das maiores campanhas de construção de marca pelos 200 sites de mais tráfego nos Estados Unidos durante um mês e analisou durante um mês o comportamento dos internautas expostos a anúncios.

Confira o estudo completo aqui.

Extaído do idgnow.uol.com.br

Lula estreia blog e canal no YouTube até o final de julho

sexta-feira, 26 de junho de 2009

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estreia até o final de julho um blog e um canal no site de vídeos YouTube para se comunicar com o público mais jovem.

“O objetivo destes canais é levar informação para um público que não se informa pelos meios tradicionais”, disse Nelson Breve, secretário de imprensa da Presidência da República, responsável pela estratégia de mídia digital do governo.

O blog, que se chamará Blog do Planalto, terá um equipe pequena e não aceitará, numa primeira fase, comentários dos leitores.

Breve afirmou também que já tem um acordo fechado com o Google para um canal de vídeos do presidente, mas ressaltou que o contrato ainda não está assinado.

A página no site de vídeos do Google também irá ao ar até o final de julho, assegurou o secretário de Imprensa.

Os dois canais, explicou Breve, terão informações sobre as iniciativas governamentais. “Temos uma estratégia de comunicação com todos os públicos”, afirmou.

Só depois do blog e do canal no YouTube irem ao ar é que a equipe que está comandando a estratégia digital do governo vai avaliar outras iniciativas de comunicação na internet, como o serviço de microblog Twitter.

A ideia de criar canais na internet para que o presidente possa se comunicar, declarou Breve, existe desde 2007, mas ganhou força depois da eleição de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos.

Obama usou fortemente a internet em sua campanha para se comunicar e arrecadar fundos.

O Blog do Planalto rodará sob a plataforma de software livre WordPress, uma ferramenta gratuita para que as pessoas criem suas páginas pessoais na internet.

Extraído do idgnow.uol.com.br

Comércio eletrônico cresce e fatura 20% a mais

segunda-feira, 22 de junho de 2009

E-commerce

As pessoas que compraram presentes para o Dia das Mães e até para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras. É o que mostra o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). O levantamento mostra que 86,45% dos usuários destes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas transações. Este foi o recorde do ano.

Segundo o coordenador do MIS, Djalma Andrade, o indicador demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão a cada dia melhor preparados para suportar com eficiência os grandes picos de volumes de transações. “Maio é o segundo período mais importante do varejo. Tivemos um volume maior de compras neste mês do que em qualquer outro do ano, devido à sazonalidade e também ao próprio crescimento vegetativo do negócio. Com um aumento destes seria natural o registro de alguns problemas em itens especificamente relacionados principalmente à logística, mas felizmente não foi isto o que aconteceu”, disse.

O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que para chegar a este resultado a empresa colheu 109.128 questionários no mês de maio. Por meio deles as pessoas são convidadas a opinar sobre os dez seguintes quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

A e-bit anunciou recentemente que o período do Dia das Mães deste ano registrou um faturamento de R$ 440 milhões no e-commerce. Já no Dia dos Namorados, embora os dados ainda não tenham sido consolidados, a expectativa era de que o setor movimentasse R$ 390 milhões. Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado.

Extraído do adnews.com.br

Com acesso no trabalho, Brasil chega a 34,5 milhões de usuários ativos de internet

sexta-feira, 12 de junho de 2009

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O Brasil tem 34,5 milhões de internautas ativos - que usam a web ao menos uma vez no mês - levando em conta o acesso em casa e no trabalho. Os dados são da consultoria Ibope Nielsen Online, que no mês de Maio passou a computar a audiência de internet nas empresas - antes, era levado em conta apenas o acesso residencial.

Considerando apenas o acesso em casa, o Brasil registrou 25,5 mil internautas ativos, ficando estável em relação a abril. Em maio, o número de pessoas com internet em casa ou no local trabalho, mas que não necessariamente acessaram a rede no mês, foi de 44,5 milhões de pessoas.

“A ampliação do painel permite monitorar com mais precisão a navegação em sites da web 2.0, apresentando maior abrangência,”, afirma Fábia Juliasz, diretora-executiva do Ibope Nielsen Online, em nota.

Considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou celular, a estimativa é que o país tenha 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, LAN Houses, bibliotecas e tele centros).

Apesar de o critério ter mudado, o Brasil continua como campeão no volume de horas gastas na internet, com 40 horas e 41 minutos, considerando apenas o acesso residencial, esse número foi de 25 horas e 43 minutos. Os dados são do mês de abril. O país está à frente de países como Estados Unidos, Reino Unido, França e Espanha nesse quesito.

Extraído do folhaonline.com.br

BooneOakley – Um site feito em um vídeo do YouTube

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O título deste post pode parecer um pouco estranho, mas é isso mesmo que você leu. O pessoal da agência BooneOakley criou o site com todo conteúdo feito dentro de um vídeo do YouTube, uma idéia simplesmente genial. Inclusive é o primeiro site que faz isso na internet.

Se você entrar no endereço do site ele é automaticamente redirecionado para o YouTube. Cada área do site também é encaminhado para um vídeo respectivo.

Confira o site da BooneOakley:

Extraído do profissionaisdeweb.com

Você tem apenas 56 segundos

terça-feira, 2 de junho de 2009

Um estudo da Nielsen de março desse ano comprova (mais uma vez) a fragmentação da atenção dos consumidores atualmente.  A média de tempo de visita em sites é de 56 segundos. O número é assustador e coloca uma carga de tremenda responsabilidade no webdesign, que terá que dar conta de que as pessoas consigam o querem o mais rápido possível e com eficiência.

O fato também chama atenção para o quanto as pessoas querem se aprofundar e aprender mais sobre as coisas em geral. Talvez isso seja a resposta do porquê do sucesso de tantas ferramentas efêmeras no mundo 2.0, como Twitter. Pelo visto 140 caracteres é o que basta para o consumidor atual.

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Extraído do updateordie.com

Pesquisa aponta as buscas mais perigosas na web

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Um estudo da McAfee aponta as palavras-chave de busca com maior probabilidade de conduzir a sites maliciosos. “Letra de música” (lyrics) é uma delas.

No relatório Most Dangerous Search Terms, a McAfee explica a metodologia utilizada no estudo. Os pesquisadores fizeram buscas usando 2600 argumentos populares. Para cada expressão, foram analisadas as cinco primeiras páginas de resultados, fornecidas pelos cinco maiores mecanismos de busca - Google, Yahoo!, Live, AOL e Ask.

No total, o estudo examinou 413 mil URLs únicas. As chaves de pesquisa foram depois organizadas em categorias e associadas a um país. Conforme os sites para onde as buscas levavam, estabeleceu-se o grau de risco de cada chave. A pesquisa também apurou o risco médio de todos os resultados para a expressão buscada; e o risco médio das páginas mais perigosas.

Aqui vai uma lista dos principais resultados apurados:

  • O risco médio geral ficou em 1,7%. Ou seja, numa lista de 250 resultados, quatro eram perigosos. Nas páginas mais perigosas, a taxa de risco saltou para 10%.
  • As categorias com o maior risco são expressões associadas a letras de música (26,3%) e frases contendo a palavra “free” (21,3%). Isso significa que, nas páginas mais perigosas num busca de letra de música, um em cada quatro resultados levaria a um site com malware.
  • As letras de música (5,1%) e os argumentos contendo a palavra “free” (7,3%) também marcam outro destaque: elas são as categorias com os mais altos riscos médios gerais.
  • As palavras-chaves consideradas mais seguras estão associadas a saúde e à atual crise econômica. Seu risco máximo nas piores páginas é de 3,5% (economia) e 4% (saúde).
  • Quanto ao conteúdo da palavra-chave, o risco mais alto é das buscas por “screensavers”, que atinge 59,1% nas páginas mais perigosas e 34,4% como taxa geral. Em outras palavras, na melhor das hipóteses, em cada três resultados de busca por protetores de tela, um leva a um site que distribui malware.
  • Uma surpresa: buscas com a palavra “Viagra”, uma das mais caçadas pelos filtros de spam, praticamente não apresentam riscos.
  • O estudo também avaliou as palavras-chave mais perigosas em vários países. No Brasil, as dez mais são: “globo” (33,3%); “Juliana Paes” (30%); “Google talk” (25%); “Google toolbar” (25%); “Orkut” (25%); “Corinthians” (22,2%); “Palmeiras” (22,2%); “tradutor” (22,2%); “MSN” (20%); e “músicas” (20%).

Conforme a análise da McAfee, os cibercriminosos procuram associar os endereços de malware a palavras-chave de grande apelo popular. No caso do Brasil, entre as palavras-chave mais perigosas estão o nome da maior rede de TV, o de uma atriz muito conhecida e de dois times de futebol com grandes torcidas.

Extraído do info.abril.com.br

Fuja do conteúdo ruim na web

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A maioria dos avanços tecnológicos nos presenteia com facilidades e benefícios, mas também traz novos desafios e até perigos. Esta regra vale, e muito, para a internet e mais especificamente para a gama de informações presente e disponível na rede.

O grande desafio é separar as informações relevantes das que são fúteis ou mesmo criminosas. Um exemplo é a nossa rotina de todos os dias, quando clicamos na caixa de e-mails. Existem mensagens para todos os gostos: importantes, irrelevantes, correntes sem importância e até armadilhas que quando acionadas colocam o internauta, na maioria das vezes, em um apuro tecnológico, correndo o risco de perder as informações do seu computador ou ter dados importantes furtados, tais como senha, número de cartão de crédito, entre outros.

A habilidade de selecionar informações passa inclusive pelas nossas crianças, que precisam desenvolver tal competência o mais rápido possível dentro de seu auto-aprendizado tecnológico para conseguirem entregar um trabalho escolar e saírem imunes quando lidarem com e-mails, sites e redes de relacionamentos. Para o adulto cabe a possibilidade de escolher, dentro da web, sites onde ele possa agregar conhecimento e até alcançar diplomas e certificados reconhecidos. Esta sagacidade na escolha determina o sucesso ou o fracasso de uma empreitada dentro da internet.

Dicas para navegar tranquilo
Abaixo seguem algumas dicas para você se tornar um navegador de sucesso dentro da internet:

- Seja um navegador assíduo. Navegue sem compromissos, isto fornecerá perspicácia e experiência. Não deixe para começar a navegar na internet somente quando tiver que fazer isso.

- Antes de fechar qualquer contrato ou aceite pela internet, peça para testar o produto ou serviço por um tempo sem compromisso.

- Verifique com outras pessoas as experiências que tiveram com um determinado serviço ou produto, via fórum por exemplo.

- Não fale com estranhos.

- Não receba e não envie nada para estranhos.

- No caso de cursos, faça uma análise crítica, levando em consideração o mercado e a cultura que você irá receber, pois existem diplomas ou certificados super valorizados e outros irrelevantes.

É importante avaliar e analisar cuidadosamente quaisquer informações obtidas pela internet, bem como os locais em que se navega pela rede, pois, uma vez iniciada a viagem, muitas vezes o retorno pode ser custoso e desgastante.

Wagner Sanchez na pcmag.uol.com.br

2008: e-commerce gerou US$ 193 bi no Brasil

quinta-feira, 28 de maio de 2009

e-commerce1

Os brasileiros estão gostando de comprar pela internet, não só os consumidores, mas também as empresas. A 11ª edição da pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro feita pela Fundação Getúlio Vargas, divulgada nesta terça-feira (26), apontou que o país movimentou US$ 193 bilhões no mercado de e-commerce em 2008.

O valor é 13% maior do que o registrado em 2007 (US$ 170 bilhões). Mas, apesar do aumento, o crescimento do setor caiu, em relação ao período anterior, quando alcançou a marca de 50%.

Somente as empresas gastaram US$ 140 bilhões, esse tipo de transação é chamado de “business to business” (B2B) e os consumidores responderam por US$ 53 milhões.

A internet responde por 58,3% das transações do setor B2B, registrando um aumento de 3% quando comparado a 2007. Nesse ano, as vendas físicas perderam, pela primeira vez, para a web. Já entre os consumidores, o número ficou em 25,1%.

Segundo Alberto Luiz Albertin, professor da FGV responsável pelo estudo, as empresas perceberam que a internet é um meio importante e pode ser usado como um canal de relacionamento. Na pesquisa, a relação com o cliente foi considerada uma questão prioritária.

A utilização de novos canais pode trazer outras operações pela web como pagamentos e opções para comunicação.

Extraído do adnews.com.br