Posts com a Tag ‘Branding’

Branding

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Esse tema já foi tratado em alguns posts aqui no blog, mas sempre relacionado com algum outro tema. Hoje li três excelentes posts sobre branding e resolvi colocar aqui. 

O primeiro é um vídeo muito legal postado no LOGOBR e que fala de uma forma simples e fácil de entender sobre o assunto:

O segundo é um texto do Gabriel Maialli na webinsider, “A marca é construída de dentro para fora”.

E o terceiro post é uma compilação de apresentações sobre branding no chmkt (a maioria em inglês).

Vale a pena conferir os três posts, tanto para entender sobre o assunto como para aprender um pouco mais.

Créditos do vídeo sobre branding: Urban Influence, LOGOBR, Barbara Silva e Guilherme A. Amaral.

Branding: O Valor da sua Marca

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Banner

No próximo dia 10, a APP promove uma palestra no Blue Tree em Londrina com Ricardo Guimarães sobre Branding. Com certeza vale a pena conferir.

Mais informações com a Lucimara no (43) 3329-5999.

A Marca como Religião

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Apple

Este post é fruto da tese de MBA em Branding da Paula Warick, da Consultoria Gouvêa de Souza e já foi alvo de reflexão de alguns autores como Martin Lindstrom. Segundo este estudo, há semelhanças entre a relação com marcas e a relação com a religião.

Um dos elementos de aproximação entre marcas e religião é a fé e a crença que os consumidores depositam em marcas que admiram. Sabemos que é por meio da escolha das marcas que os consumidores definem e expressam sua identidade. Outro elemento em comum: algumas marcas são idolatradas e seus  clientes mais fiéis tornam-se defensores apaixonados. Esta idolatria chega ao corpo: há pessoas que tatuam logomarcas de empresas em sua pele, como acontece com a Harley Davidson. Outra característica similar entre marca e religião, marcas possuem líderes carismáticos como o Steve Jobs da Apple ou o Abílio Diniz do Pão de Açúcar. E tanto marcas, quanto religiões possuem expressão importante por meio de símbolos e ícones.

Os símbolos são tão intensos, que algumas marcas até dispensam o uso do nome, como é o caso da Nike. Tanto a religião quanto marcas emblemáticas desenvolvem comunidades como as que vemos no orkut, algumas com puras declarações de amor, outras para cobrar a falta de reciprocidade deste amor .  Ambas possuem templos, afinal de que outra forma definir a loja da Apple na Quinta Avenida em Nova York?  Como as religiões, marcas contam histórias e desenvolvem lendas. Algumas marcas contam histórias, outras estórias..pena. E como a religião, marcas possuem mistérios.

Por exemplo, qual é a fórmula da Coca-Cola ou do fermento do panetone Bauducco?  Existem evangelistas da marca que propagam suas novidades e acompanham o que acontece o tempo todo. Porque amam o que a marca faz. É.. este é um fato, há amor, paixão e reverência entre algumas pessoas e suas marcas. Nem sempre correspondido. O fato é que  nenhuma marca consegue dar  sentido à vida ou preencher o vazio imenso que muitos sentem na atualidade e o expressam por meio de consumo desenfreado. O pior é que algumas religiões também não.

Beth Furtado na mundodomarketing.com.br

5 passos para o sucesso em marketing segundo Philip Kotler

quinta-feira, 25 de junho de 2009

philip-kotler

Chegue sem ser pego pelo radar

A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisível por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.

Conheça seu cliente

Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo específico de mercado.

Tenha sua estratégia de branding

Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. Deveríamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.

Permaneça à frente da concorrência

O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?”

Crie uma experiência

De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiência”. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.

Fórum Mundial de Vendas & Marketing com Philip Kotler dias 18 e 19 de agosto em São Paulo. Mais informações aqui.

Fonte: br.hsmglobal.com

Branding é um atalho para a cabeça do consumidor

terça-feira, 23 de junho de 2009

Por que algumas marcas são reverenciadas por legiões de fiéis?

Como o nome de um país se torna famoso por sua culinária e seus vinhos?

O que faz uma marca de refrigerante permanecer jovem depois de cem anos no mercado?

Ícones como Harley Davidson ou Coca-Cola, Wikipedia ou Greenpeace exercem impacto imediato em nossas mentes, são logomarcas tatuadas na cabeça de milhões de pessoas! O valor deste reconhecimento ou brand awareness é, em muitos casos, muito maior que o valor de pontos comerciais de tijolo e cimento ou outros assets off-line.

A boa notícia é que: Branding is Free!* Não custa nada! E o tempo de implantação pode ser assim imediato! Como em qualquer relacionamento entre pessoas, pode ser amor à primeira vista, tipo iPhone e Twitter, ou pode durar gerações como Intel ou a cidade de Paris.

Uma marca adquire valor e conquista seu espaço na medida em que se posiciona com clareza, diz a que veio, e assume esta identidade, tem um posicionamento firme ao longo do tempo e suas ações reforçam esta visão.

O oposto disto é o imediatismo, a promoção vazia, a repetição, a interrupção, que empurra preço baixo e crediário, sempre com seus benefícios mágicos, tudo feito para se vender uma única vez. Mas sem entregar valor real o cliente não volta, não se cria um ciclo produtivo positivo, são só mais coisas ou serviços empurrados goela abaixo do mercado.

Empresas com produtos ou serviços de valor precisam se destacar em seu ramo, devem ser lembradas pelos clientes e o branding bem implantado pode ser o meio de conquistar este lugar merecido.

É a premiação do ser no lugar de apenas aparecer.

* Branding is Free: o sucesso na implantação da gestão de marcas deve muito aos conceitos e práticas da Gestão da Qualidade, de Phillip Crosby, do “Quality is Free”.

Luiz Pryzant na webinsider.uol.com.br

Branding na web

sexta-feira, 15 de maio de 2009

empresas_publicidade_onlineHoje, em uma época que nunca foi tão selvagem com agências e anunciantes, a capacidade de se diferenciar se torna mais do que competição para todos na esfera da comunicação. É bem verdade que nisto não há nada de novo, porém, esse “mais do mesmo” é como aquela velha estória do zagueiro que marca um ponta direita estilo Garrincha: até o torcedor sabe que o ponta vai para a lateral. No final das contas, mesmo sabendo de tudo isso, nosso colossal defensor não consegue evitar o drible que, em um cruzamento fatal, resulta naquele gol decisivo. Mas por que ele não evitou, se sabia? Simplesmente porque ele não viveu a experiência de marcar aquele atacante, não lida diariamente com ele, não o vive em seu dia a dia. Um exemplo que mostra de alguma forma o que acontece com muitas marcas que se aventuram no mundo da propaganda hoje, e no final, culpam a todos menos a si mesmas pelo fracasso de ações que pareciam óbvias em trazer retorno.

Branding é a capacidade que profissionais de comunicação possuem de gerir uma marca a ponto de ela ocupar a mente do consumidor, o alvo. Para que isso aconteça, é necessário que ela (a marca) se conecte a esses consumidores através de pontos de contatos. O que seria isso se não o cerne da propaganda hoje? E qual seria o ponto de contato mais eficaz senão a internet?

Não se pode evitar. Marcas precisam se dispor a abrir diálogos e criar novas experiências com consumidores em potencial para criar esta diferenciação vital para suas próprias existências. Falo de web porque nenhuma outra mídia permite tanta diferenciação e oportunidade de acesso, nenhuma consegue envolver e engajar tanta gente e claro, nenhuma é tão desafiadora também.

Como não citar, como exemplo, a Nike, que se destacou pelo Branding, o envolvimento, e a utilização de funcionalidades inovadoras nos últimos 7 anos. Quem nunca foi ao site da Nike para ver vídeos de futebol ou viu algum deles espalhados nessa grande teia que é a internet? Quem investe pesado em divulgação online no mundo dos esportes como ela? Sem falar na gigante Apple, que eu duvido que você tenha visto em algum comercial super produzido ou caro. O que vale para eles não é o que eles vão dizer, mas como eu e você vamos viver o que veremos.

Texto de Vinícius Madureira no imasters.uol.com.br

A Web requer muito mais do que apenas publicidade

quarta-feira, 6 de maio de 2009

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O mundo da publicidade está sendo virado do avesso pelas mudanças aceleradas na comunicação. Isto não é novidade, afinal, a internet foi e é o grande catalisador da maioria das mudanças que vemos e de que participamos no dia-a-dia. Rapidamente, agências de publicidade estão buscando espaço nesta competição online, criando novos departamentos, sintetizando em caráter de urgência a necessidade de seus clientes em marcar presença no mundo virtual. Mas a pergunta que se faz é: será que o consumidor está absorvendo isso?

Somos alvos de uma enxurrada de campanhas, apelos cada vez mais sedutores que em sua maioria são difíceis de marcar nossa memória. Fazem o Branding do momento, mas depois dão lugar a outros apelos mais enfáticos ainda e das formas menos convencionais que possamos imaginar. Quem vence nessa guerra? A resposta é: Aquele que consegue envolver o público por todos os lados, do “online” ao “offline” e vice-versa, utilizando a integração como chave.

Walter Longo, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm, diz que “A grande tendência é a transformação das agências de maneira a atuar com igual peso em cada uma das áreas do tripé publicidade, entretenimento e interatividade”. E o prazo para essa adaptação é emergencial. Ainda segundo Longo, a reestruturação é a única forma de dar longevidade às agências - que terão que dominar diversas novas áreas para atender os clientes com eficiência.

Ações inteligentes, que conseguem marcar presença na mente do consumidor, são mais eficazes quando participam do cotidiano. Nascem nesse espaço físico, mas tocam no digital e vice-versa. Não separam um conteúdo para uma determinada mídia e alocam outro para as demais, mas são tão flexíveis que fazem com que o meio se torne obsoleto e a mensagem sim, evidente.

É hora de profissionais de Comunicação reverem conceitos e respirarem para poder mergulhar bem fundo, porque o mar está a cada momento mais navegável. O consumidor já “pescou” isso.

Texto de Vinícius Madureira no site imasters.uol.com.br

Qual sua definição de marca?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

marcas

Outro dia, fiz essa pergunta a um consultor que tinha acabado de me presentear com seu livro sobre branding e ele me respondeu: “Não defini. É muito complicado definir marca. Achei melhor pular esse capítulo.” Isso é absurdo. É impossível falar de gestão de marca sem definir seu objeto, pelo simples motivo que a definição de marca condiciona a maneira de conduzir sua gestão. Num contexto sem concorrentes, típico de mercado primário ou mercado com reserva, dominados por monopólio ou oligopólio, marca é apenas um nome e uma forma gráfica de representação. É apenas isso. É o que o mestre Aurélio define como logomarca: “qualquer representação gráfica padronizada e distintiva utilizada como marca; representação visual de uma marca.” Nesse caso, a gestão da marca é bastante técnica, porque se resume à aplicação correta da identidade visual. A disciplina do design, sem demérito da sua arte, é suficiente para lidar com essa gestão. Num contexto competitivo, onde se divide o mercado com outras empresas e se disputa a preferência do cliente e do consumidor, não se define marca apenas como uma logomarca. Ela é uma imagem, uma opinião de terceiros sobre a minha oferta.

Modernamente, o processo da globalização - leia-se “instalação de poderosa tecnologia de comunicação em redes” - criou um novo contexto, muito mais complexo, veloz e imprevisível que um simples mercado competitivo. A ameaça pode vir de um grande concorrente ou de outro que ainda nem exista, como a Microsoft não existia para a IBM e o Linux não existia para a Microsoft. Ela, a ameaça, pode vir do pricing, da tecnologia, da distribuição, do comportamento das pessoas, de uma questão de política local ou global, enfim, tudo pode ser uma ameaça. A origem do diferencial competitivo também não é muito clara: pode ser um funcionário que tenha uma idéia que reduza um ciclo ou um custo; pode ser um acionista que aporte capital num momento difícil; pode ser um fornecedor que lhe dê prioridade numa descoberta antes de oferecê-la ao seu concorrente; pode ser um cliente que lhe dê um retorno negativo, permitindo que correções sejam feitas em seu produto ou serviço antes de ele perder mercado; em suma, tudo pode ser diferencial competitivo.

Trecho do texto de Ricardo Guimarães no site br.hsmglobal.com

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