Arquivo de maio de 2009

Primeira capa de revista feita no iPhone

sexta-feira, 29 de maio de 2009

capa-da-new-yorker

A capa da última edição da revista The New Yorker parece comum, mas não é: a ilustração foi feita em um iPhone. O ilustrador Jorge Colombo fez o desenho de uma paisagem de Nova York com o aplicativo Brushes. Ele demorou 60 minutos para ser feito.

As pinceladas virtuais foram capturadas pelo Brushes Viewer, através da gravação em vídeo do processo de criação.

Extraído do ithink.com.br

Pesquisa aponta as buscas mais perigosas na web

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Um estudo da McAfee aponta as palavras-chave de busca com maior probabilidade de conduzir a sites maliciosos. “Letra de música” (lyrics) é uma delas.

No relatório Most Dangerous Search Terms, a McAfee explica a metodologia utilizada no estudo. Os pesquisadores fizeram buscas usando 2600 argumentos populares. Para cada expressão, foram analisadas as cinco primeiras páginas de resultados, fornecidas pelos cinco maiores mecanismos de busca - Google, Yahoo!, Live, AOL e Ask.

No total, o estudo examinou 413 mil URLs únicas. As chaves de pesquisa foram depois organizadas em categorias e associadas a um país. Conforme os sites para onde as buscas levavam, estabeleceu-se o grau de risco de cada chave. A pesquisa também apurou o risco médio de todos os resultados para a expressão buscada; e o risco médio das páginas mais perigosas.

Aqui vai uma lista dos principais resultados apurados:

  • O risco médio geral ficou em 1,7%. Ou seja, numa lista de 250 resultados, quatro eram perigosos. Nas páginas mais perigosas, a taxa de risco saltou para 10%.
  • As categorias com o maior risco são expressões associadas a letras de música (26,3%) e frases contendo a palavra “free” (21,3%). Isso significa que, nas páginas mais perigosas num busca de letra de música, um em cada quatro resultados levaria a um site com malware.
  • As letras de música (5,1%) e os argumentos contendo a palavra “free” (7,3%) também marcam outro destaque: elas são as categorias com os mais altos riscos médios gerais.
  • As palavras-chaves consideradas mais seguras estão associadas a saúde e à atual crise econômica. Seu risco máximo nas piores páginas é de 3,5% (economia) e 4% (saúde).
  • Quanto ao conteúdo da palavra-chave, o risco mais alto é das buscas por “screensavers”, que atinge 59,1% nas páginas mais perigosas e 34,4% como taxa geral. Em outras palavras, na melhor das hipóteses, em cada três resultados de busca por protetores de tela, um leva a um site que distribui malware.
  • Uma surpresa: buscas com a palavra “Viagra”, uma das mais caçadas pelos filtros de spam, praticamente não apresentam riscos.
  • O estudo também avaliou as palavras-chave mais perigosas em vários países. No Brasil, as dez mais são: “globo” (33,3%); “Juliana Paes” (30%); “Google talk” (25%); “Google toolbar” (25%); “Orkut” (25%); “Corinthians” (22,2%); “Palmeiras” (22,2%); “tradutor” (22,2%); “MSN” (20%); e “músicas” (20%).

Conforme a análise da McAfee, os cibercriminosos procuram associar os endereços de malware a palavras-chave de grande apelo popular. No caso do Brasil, entre as palavras-chave mais perigosas estão o nome da maior rede de TV, o de uma atriz muito conhecida e de dois times de futebol com grandes torcidas.

Extraído do info.abril.com.br

Fuja do conteúdo ruim na web

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A maioria dos avanços tecnológicos nos presenteia com facilidades e benefícios, mas também traz novos desafios e até perigos. Esta regra vale, e muito, para a internet e mais especificamente para a gama de informações presente e disponível na rede.

O grande desafio é separar as informações relevantes das que são fúteis ou mesmo criminosas. Um exemplo é a nossa rotina de todos os dias, quando clicamos na caixa de e-mails. Existem mensagens para todos os gostos: importantes, irrelevantes, correntes sem importância e até armadilhas que quando acionadas colocam o internauta, na maioria das vezes, em um apuro tecnológico, correndo o risco de perder as informações do seu computador ou ter dados importantes furtados, tais como senha, número de cartão de crédito, entre outros.

A habilidade de selecionar informações passa inclusive pelas nossas crianças, que precisam desenvolver tal competência o mais rápido possível dentro de seu auto-aprendizado tecnológico para conseguirem entregar um trabalho escolar e saírem imunes quando lidarem com e-mails, sites e redes de relacionamentos. Para o adulto cabe a possibilidade de escolher, dentro da web, sites onde ele possa agregar conhecimento e até alcançar diplomas e certificados reconhecidos. Esta sagacidade na escolha determina o sucesso ou o fracasso de uma empreitada dentro da internet.

Dicas para navegar tranquilo
Abaixo seguem algumas dicas para você se tornar um navegador de sucesso dentro da internet:

- Seja um navegador assíduo. Navegue sem compromissos, isto fornecerá perspicácia e experiência. Não deixe para começar a navegar na internet somente quando tiver que fazer isso.

- Antes de fechar qualquer contrato ou aceite pela internet, peça para testar o produto ou serviço por um tempo sem compromisso.

- Verifique com outras pessoas as experiências que tiveram com um determinado serviço ou produto, via fórum por exemplo.

- Não fale com estranhos.

- Não receba e não envie nada para estranhos.

- No caso de cursos, faça uma análise crítica, levando em consideração o mercado e a cultura que você irá receber, pois existem diplomas ou certificados super valorizados e outros irrelevantes.

É importante avaliar e analisar cuidadosamente quaisquer informações obtidas pela internet, bem como os locais em que se navega pela rede, pois, uma vez iniciada a viagem, muitas vezes o retorno pode ser custoso e desgastante.

Wagner Sanchez na pcmag.uol.com.br

Coca-Cola tem a maior exposição em redes sociais

quinta-feira, 28 de maio de 2009

coca-oficial1

A Coca-Cola segue no topo do Índice de Marcas em Mídias Sociais (Imms) da agência Frog. Os resultados se referem à exposição das marcas nos principais sites de relacionamento no mês de abril. São acompanhadas 150 marcas de 18 segmentos.

As maiores variações positivas dentro do Top 10 do índice foram registradas pela Apple, que assumiu a terceira posição (era a quinta no levantamento anterior), e a Skol, que subiu do décimo para o sexto lugar.

O Imms é um indicador da densidade de referências a determinado termo dentro da blogosfera e das redes sociais Twitter, Orkut e You Tube. Focado no conteúdo e nos debates em português, o estudo tem como ponto de referência a marca Google, pois, segundo a agência Frog, é a que tende a ter a maior quantidade de citações em todas as ferramentas.

As dez  primeiras marcas do ranking Geral:

1º- Coca-Cola
2º- iPhone
- Apple
- Sony
5º - McDonald’s
6º- Skol
7º- Chevrolet
- Nokia
9º- Adidas
10º- Nike

As três primeiras por segmento:

Operadoras
Oi
Claro
Vivo

Celulares
iPhone
Nokia
Motorola

Automóveis
Chevrolet
Ford
Fiat

Cervejas
Skol
Brahma
Bohemia

Banco
Itaú
Bradesco
ABN Real

Extraído do meioemensagem.com.br

Russos fazem a barba de personagens da história

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Com um pouco de Photoshop e de certa imaginação, alguns blogs russos estão se dedicando a uma tarefa curiosa: estão “fazendo a barba” de diversos personagens da história conhecidos por seus pelos faciais.

Entre os que já deram um tapa no visual estão Albert Einstein, Che Guevera, Charlie Chaplin e figuras da história russa, como Lênin e Stalin.

Seria interessante ver algumas figuras brasileiras também, como Lula, Dom Pedro II, José de Alencar…

23

52

Confira outros personagens históricos sem barba aqui.

Extraído do uoltecnologia.blog.uol.com.br

2008: e-commerce gerou US$ 193 bi no Brasil

quinta-feira, 28 de maio de 2009

e-commerce1

Os brasileiros estão gostando de comprar pela internet, não só os consumidores, mas também as empresas. A 11ª edição da pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro feita pela Fundação Getúlio Vargas, divulgada nesta terça-feira (26), apontou que o país movimentou US$ 193 bilhões no mercado de e-commerce em 2008.

O valor é 13% maior do que o registrado em 2007 (US$ 170 bilhões). Mas, apesar do aumento, o crescimento do setor caiu, em relação ao período anterior, quando alcançou a marca de 50%.

Somente as empresas gastaram US$ 140 bilhões, esse tipo de transação é chamado de “business to business” (B2B) e os consumidores responderam por US$ 53 milhões.

A internet responde por 58,3% das transações do setor B2B, registrando um aumento de 3% quando comparado a 2007. Nesse ano, as vendas físicas perderam, pela primeira vez, para a web. Já entre os consumidores, o número ficou em 25,1%.

Segundo Alberto Luiz Albertin, professor da FGV responsável pelo estudo, as empresas perceberam que a internet é um meio importante e pode ser usado como um canal de relacionamento. Na pesquisa, a relação com o cliente foi considerada uma questão prioritária.

A utilização de novos canais pode trazer outras operações pela web como pagamentos e opções para comunicação.

Extraído do adnews.com.br

Web 2.0 - Trabalho na Nuvem

quarta-feira, 27 de maio de 2009

grid-small

Seu trabalho vai para a nuvem. Se é que já não foi. Esta nuvem, logicamente, não é real. Segundo a Wikipedia, o termo nuvem é usado como uma metáfora para a internet, derivado da forma como é representada em diagramas de redes de computadores, e é uma abstração de sua complexa estrutura.

Quando o seu trabalho vai para a nuvem, o céu é o limite. O conceito, conhecido como “cloud computing”, baseia-se na idéia de que softwares, plataformas e infra-estruturas podem ser vendidas e utilizadas como serviços. Assim, você não precisa comprar um processador de texto ou uma planilha - você pode utilizar estas aplicações diretamente na Internet, onde ficam também seus arquivos. Existem inúmeras empresas que oferecem este serviço - algumas sem cobrar nada por isso, como a Google faz com sua suíte de aplicativos Google Docs.

A mesma regra vale para empresas, que podem alugar data centers remotos e levar todo o seu servidor para a rede. Tanto para o usuário doméstico quanto para as empresas, os benefícios são muitos. Além do mais óbvio - acessar seus dados a partir de qualquer lugar com uma conexão à Internet - você passa a contar com estruturas de segurança, backup e recuperação que muitas vezes têm custos proibitivos. Além disto, todas as dores de cabeça (e custos) com instalação, implementação e manutenção simplesmente deixam de existir.

As redes colaborativas também deram sua contribuição para a migração do escritório para o ‘cyber espaço’. Isso mesmo, você leu certo, redes sociais. Até bem pouco encaradas como diários para que adolescentes exibicionistas compartilhassem alegrias e angústias com seus colegas, as redes sociais ganham importância cada vez maior no relacionamento online corporativo. E por quê? Bom, porque pessoas são pessoas. E interação sempre foi nosso barato - mesmo antes da Internet, antes da escrita, antes da fala.

Algumas sugestões:

Monte um centro de workflow para trocar informações com seus colaboradores internos e externos. Existem ferramentas que permitem que você crie uma rede social privada, protegida por login e senha. Um bom exemplo é o Ning: fácil de usar e configurar, o sistema é bem flexível e completo.

Construa um blog e fique mais próximo de seus clientes. Existem muitas ótimas ferramentas gratuitas, como o Blogger, mas uma das mais flexíveis e completas é o Wordpress.

Para criar e compartilhar seus documentos online experimente o Google Docs. Você vai aposentar o pen drive.

Texto de Paulo Caldas na imasters.uol.com.br

Site russo proporciona um passeio virtual por várias capitais do mundo

quarta-feira, 27 de maio de 2009

p18_pre1

Se você é louco para conhecer outras cidades do mundo ou até mesmo do país, mas está sem grana, que tal um “voo panorâmico” gratuito pela cidade do Rio de Janeiro ou Nova York?

Integrado pelo World Wide Panorama, software que armazena inúmeras fotos e permite aproximar e girar as paisagens retratadas a 360º, o site russo Zubetzblitz proporciona uma “visitinha” rápida a lugares como o Cristo Redentor e Copacabana com direito a bossa nova como trilha sonora.

A plataforma World Wide Panorama foi criada em março de 2004 e reúne fotos de profissionais do mundo inteiro.

Confira o Rio de Janeiro e Nova York.

Vale a pena!

Extraído do olhardigital.uol.com.br

Brasil tem 1 PC para cada 3 habitantes

terça-feira, 26 de maio de 2009

O Brasil tem hoje 1 computador para cada 3 habitantes, revelou pesquisa da FGV.

O estudo contabilizou 60 milhões de computadores corporativos e domésticos em uso no Brasil, em maio de 2009, o que equivale a 1 computador para cada grupo de 3 habitantes. Para 2012, a previsão é de 100 milhões de PCs, ou seja, 1 computador para 2 habitantes.

Em 2008, foram vendidos 12,2 milhões de PCs, o que significa um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. “O setor de vendas de computadores não pode reclamar do mercado em 2008″, diz o professor da FGV Fernando Meirelles, coordenador da pesquisa.

Foram consultadas 5 mil empresas de grande e médio porte, com 2 mil respostas válidas, para a 20ª Pesquisa Anual do Mercado Brasileiro de Informática e Uso nas Empresas, conduzida pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EASP).

O resumo da pesquisa pode ser acessado no endereço www.fgv.br/cia/pesquisa.

Extraído do info.abril.com.br

A influência das marcas no nosso dia-a-dia

terça-feira, 26 de maio de 2009

Alessandra C. S. Tussi, especialista em marketing da ESPM, postou em seu site uma matéria comentando sobre as marcas que convivemos no dia-a-dia.

Ela anotou todas as marcas que, de alguma forma, ela se envolveu durante um dia inteiro.

O resultado é bem interessante.

Marcas dia-a-dia

Fonte: www.justale.com.br

Comunidades online e redes sociais (parte II)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Continuação da conversa sobre mídias sociais com Rene de Paula Jr. da Microsoft e Emerson Calegaretti do MySpace Brasil no 11° Braincast TV.

Nessa segunda parte eles falam um pouco sobre a humanização da marca no Twitter, métricas para mídia social, a morte - ou não - do banner e MySpace, entre outros.

Confira a primeira parte aqui.

brainstorm9.com.br

Brasil terá TV 3D antes da Copa de 2014

segunda-feira, 25 de maio de 2009

f5e119c8-bb02-11dc-b29e-c81384a0d29d

Em menos de cinco anos, as TVs em 3D (três dimensões) já poderão fazer parte da realidade brasileira. A chegada da novidade vai coincidir com a realização da Copa do Mundo no país, em 2014, importante evento com grande apelo imagético.

Depois de ter sido redescoberta pelo cinema, a tecnologia 3D se tornou a possível “salvação” do meio televisivo, que a cada dia perde mais público para as novas mídias. A informação é do colunista da Folha de S.Paulo, Daniel Castro.

Além de atrair mais telespectadores, as TVs em 3D também poderão se tornar uma nova forma de alavancar a TV digital, uma vez que a alta definição oferece boas imagens, mas sem tanto impacto.

Testes e experiências fechadas já têm sido feitas pela rede Globo, durante eventos internacionais. Uma dessas apresentações foi feita na NAB-2009, no final de abril, em Las Vegas. Na ocasião, a emissora mostrou imagens tridimensionais feitas no Carnaval carioca. De acordo com a colunista da revista “Variety”, Anne Thompson, as gravações da rede foram consideradas as mais impressionantes.

De acordo com José Dias, diretor de multimídia e de projetos especiais da Globo, em três anos já será possível realizar transmissões em alta definição e 3D via cabo e pelo ar, com um mesmo canal de TV digital. Dias ainda ressalta que, do ponto de vista técnico, a mudança será menos radical do que provocada pela migração dosinal analógico para o digital.

Televisores existem, mas falta conteúdo

Apesar de não admitirem, muitos fabricantes já possuem aparelhos que projetam em 3D disponíveis no mercado. Já nos Estados Unidos, a expectativa é de que sejam vendidos cerca de 2 milhões de unidades até o final do ano.

Entre os aparelhos prontos para a tecnologia, existem dois modelos da Samsung (o PL50A450 e o PL42A450). Os “3D ready” também servem para assistir TV convencional e exigem a utilização de óculos especiais para aproveitamento dos recursos.

No entanto, o grande problema no país é a falta de conteúdos em 3D, ainda muito restrito. “O pessoal do game está usando essas TVs”, diz José Dias.

Extraído do adnews.com.br

New York Times inaugura portal da fotografia

segunda-feira, 25 de maio de 2009

bobo-marley-20090519173242

Desde o dia 18, fotógrafos do The New York Times podem postar seus projetos no Lens, um site da tradicional publicação que hospeda imagens e vídeos jornalísticos.

O blog online, com interface feita em Adobe Flash, demorou um ano para ser desenvolvido e tem a missão de centralizar os melhores trabalhos da casa, como um verdadeiro mostruário online.

Estão lá fotos marcantes do jornal impresso, imagens inéditas de trabalhos pessoais dos fotógrafos, figuras que não foram aproveitadas nas edições, além de pequenos vídeos temáticos, que funcionam como uma apresentação de slides. Todos os arquivos podem ser reproduzidos como uma galeria em tela cheia - e é neste modo que há espaço para publicidade.

O The New York Times diz que não há nenhum funcionário dedicado ao blog e que não há orçamento extra para novas fotografias exclusivas.

O Lens é assumidamente inspirado no blog The Big Picture, do Boston.com.

Confira o Lens.

Extraído do info.abril.com.br

Campanha Matsuri - Dia dos Namorados

sexta-feira, 22 de maio de 2009

outdoor-matsuri

A partir de segunda-feira (22/05), será veiculada em vários pontos da cidade de Londrina a campanha do Restaurante Matsuri do dia dos namorados.

A campanha foi desenvolvida pela Napse baseada em um conceito irreverente, abordando a celebração deste dia especial.

E-commerce: o novo perfil do consumidor

sexta-feira, 22 de maio de 2009

ecommerce

Depois da crise, que assombra o mundo todo desde o final do ano passado, os resultados da pesquisa sobre e-commerce no Brasil, feita pelo e-bit (site de avaliação pública de produtos pela internet), mostra um perfil diferente de consumidor. Se, por um lado a crise assusta, por outro está revelando um comprador muito mais consciente.

Mesmo sendo apenas mais um canal de vendas para as empresas - e mesmo aos olhos do governo -  o que fez a diferença nos resultados foi o consumidor. Ou melhor, a atitude do consumidor. Responsável pela projeção de crescimento do canal em 25% contra zero do canal físico este ano, o diferencial é a utilização das ferramentas possíveis na internet, seja na comparação de preços, na avaliação do produto, nas lojas e principalmente na forma de pagamento.

Assustado com a possibilidade de perder o emprego, hoje o consumidor prefere preço à prazo. Somente em dezembro do ano passado, foram 41% pagando à vista. Entre duas e dez vezes foram 48% e apenas 11% acima de dez vezes. Agora as empresas serão obrigadas a pensar em outros atrativos para continuar seduzindo esses potenciais compradores. Estratégia que deve ser muito bem elaborada, pois com a web 2.0 não há mais como enganá-los.

E uma notícia a mais para os empresários: o aumento da inclusão digital e da informação fez crescer o poder de decisão, de pesquisa e, principalmente, de opinar sobre a qualidade do produto/serviço. Isso significa que a crise veio ao consumidor online como um mal necessário, onde ele teve que aprender como conseguir economizar e, no final, conseguiu enxergar uns trocados a mais no bolso.

Juliana Zorzato na pcmag.uol.com.br

Twine, o começo da web 3.0?

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Nem bem entendemos a Web 2.0 e já aparece um novo upgrade. Agora fala-se na Web 3.0, a Web Semântica, onde a própria Web entenderá o significado do conteúdo que for publicado. Ainda estamos longe (ufa!), mas as primeiras empresas com “propostas semânticas” começam a aparecer.

O Twine é uma delas, onde você pode seguir tópicos de interesse, criar grupos e publicar bookmarks. Ao invés de irmos até um buscador, aquilo que procuramos chega até nós. As informações são de acordo com nossos interesses e ainda são adicionados os fatores social e “tempo real” às nossas “buscas”.  Desde que iniciou em Outubro de 2008, o serviço cresce 40% por mês.   A empresa foi fundada por ninguém menos que Nova Spivack, neto do mestre Peter Drucker.

É incrível como no mundo das empresas online as mudanças são rápidas. Até pouco tempo atrás o Google estava sem concorrentes, agora já temos: Twitter, WolfranAlpha, Twine e em breve o Microsoft Vine.

Vídeo demonstrativo (inglês):

Jorge Carvalho no blog hsm.updateordie.com

As marcas mais influentes do Brasil

quinta-feira, 21 de maio de 2009

picture-14Uma nova maneira de enxergar as marcas chega ao mercado. A consultoria Sart Dreamaker criou um ranking das 75 marcas mais valiosas do Brasil. Mas aqui não se trata de medir o valor financeiro delas, e sim, descobrir seu poder de influência na tomada de decisões e o quão emocionalmente conectados a elas estão os consumidores. Para os brasileiros, não há quem bata, nesses quesitos, Coca-Cola, Nestlé, Sadia, Natura, Rede Globo, Mc Donald’s, Adidas, Danone, O Boticário e Brastemp.

O ranking desenvolvido pela Sart, apelidado de BrandTouch, foi feito com base no Índice de Conexão Humana da Marca (ICHM). O indicador mede 34 pontos de conexão entre a marca e o consumidor, divididos em quatro dimensões: atenção, relevância, significado e confiança. O objetivo é medir a resposta emocional dos clientes. O índice varia de 1 a 100, sendo que a marca perfeita alcançaria 100 pontos. A consultoria analisou dados de 500 companhias para chegar as 75 mais influentes.

“Existe o que chamamos de ‘gut feeling’ em relação a algumas marcas. O conceito de que os homens tomam decisões absolutamente racionais não é verdadeiro. O racional explica, mas é o emocional que decide”, defende Gian Franco Rocchiccioli, CEO da Sart. “Em uma época de crise, como é a nossa, quanto mais alto for o ICHM de uma empresa, menos vulnerável ela ficará”, completa.

“O ranking mostrou algumas confirmações e algumas surpresas. O grupo de alimentos domina as primeiras posições. Por precisarmos de comida para viver, mesmo que inconscientemente, acabamos relacionando sentimentos de conforto às marcas do ramo”, diz Rocchiccioli.

Outro ponto que mostrou forte conexão com os consumidores foi a noção de brasilidade. As empresas nacionais ou que investem no Brasil destacam-se no ranking. “O brasileiro mostra ter orgulho do que é nacional”, fala o CEO. Entre as dez primeiras colocações, quatro são empresas nacionais.

O ranking BrandTouch deverá ser publicado anualmente daqui para frente. Para o segundo semestre deste ano, a Sart prepara a publicação de um livro, abordando a metodologia e todos os pressupostos por trás da teoria de criação do ICHM.

Confira a lista completa aqui.

Extraído do epocanegocios.globo.com